Patinho Branco
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Repolho refogado.
Essa bike já passeou muito. Por duas vezes ela fez Itanhaém a Iguape numa pedalada só. Ela ainda está otima de pedalar, apesar dos quase 15 anos e sem reforma. Só precisa mesmo de uma pintura nova.
Repolho Refogado
Prato muito simples e muito gostoso, mas não é prato para gregos e troianos.
Não espere unanimidade, pois o repolho é muito discriminado, mas só tem fama.
Ingredientes:
1/2 repolho lavado e picado em tiras pequenas
2 tomates picados sem sementes
1 cebola picada (grande)
2 cabeças de alho picados
sal e pimenta do reino
Modo de preparar
Refogue a cebola no alho, e depois acrescente o tomate. quando tudo estiver refogado acrescente o sal e o repolho aos poucos. Deixe cozinhar por alguns minutos em fogo baixo, mexendo de vez em quando. O grande segredo está na pimenta do reino, que deve ser moída e espalhada sobre a panela, e está pronto. Acompanha bem carnes e até no churrasco faz sucesso.
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sábado, 12 de junho de 2010
Porpeta.
Essa é uma Caloi 10, que com o tempo ficou sem o cambio e com guidão alto
virando uma "caiçara", muito boa para andar em locais planos. As rodas são de
aluminio com os cubos originais. Os raios são de inox e o pedivela e a mesa do
guidão são ainda originais. As ferraduras apesar de não serem originais são muito
bonitas e também são de alumínio. A catraca é de 20 dentes.
Porpeta
Ingredientes:
de 500 a 800g de carne moída
1 ovo
1 cebola picada
cheiro-verde a gosto
sal a gosto
25g de queijo ralado
1 pãozinho amanhecido
pimenta do reino a gosto
óleo qtb
farinha de trigo qtb
Modo de Preparo:
Em uma tigela misturar todos os ingredientes até ficar bem homogênea a massa . Fazer
do tamanho de um ovo de galinha (dos pequenos) e passar na farinha de trigo. Fritar em
uma panela pequena e óleo quente.
Frite o suficiente para a porpeta não ficar crua por dentro. Está pronto é só servir.
Porpeta ao molho de tomate:
Você pode também, acrescentar molho de tomate, neste caso, voçẽ pode fritar um pouco
menos a porpeta. O molho é aquele mesmo que usamos para a macarronada.
Coloque as porpetas em uma caçarola grande, cubra com o molho e deixe no fogo por uns 15
minutos. Pronto. Sirva com arroz branco ou com o macarrão de sua preferência.
virando uma "caiçara", muito boa para andar em locais planos. As rodas são de
aluminio com os cubos originais. Os raios são de inox e o pedivela e a mesa do
guidão são ainda originais. As ferraduras apesar de não serem originais são muito
bonitas e também são de alumínio. A catraca é de 20 dentes.
Porpeta
Ingredientes:
de 500 a 800g de carne moída
1 ovo
1 cebola picada
cheiro-verde a gosto
sal a gosto
25g de queijo ralado
1 pãozinho amanhecido
pimenta do reino a gosto
óleo qtb
farinha de trigo qtb
Modo de Preparo:
Em uma tigela misturar todos os ingredientes até ficar bem homogênea a massa . Fazer
do tamanho de um ovo de galinha (dos pequenos) e passar na farinha de trigo. Fritar em
uma panela pequena e óleo quente.
Frite o suficiente para a porpeta não ficar crua por dentro. Está pronto é só servir.
Porpeta ao molho de tomate:
Você pode também, acrescentar molho de tomate, neste caso, voçẽ pode fritar um pouco
menos a porpeta. O molho é aquele mesmo que usamos para a macarronada.
Coloque as porpetas em uma caçarola grande, cubra com o molho e deixe no fogo por uns 15
minutos. Pronto. Sirva com arroz branco ou com o macarrão de sua preferência.
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domingo, 23 de maio de 2010
Castro Alves
Pedalar é muito bom. Essa eu ganhei de aniversario.
Vozes d'Africa ainda emociona; é como se falasse sobre o Brasil de hoje, basta trocar os negros escravos pelo povo brasileiro. Bem que poderíamos chamar esse poema de VOZES do BRASIL. Um país que tem Bolsa Família e Pró- Une que tem também, Bolsa Bandido, Aposentadoria da Guerrilha, e que vai ter Bolsa futebol, mas que dá para seu povo uma aposentadoria sacaneada e o Lulalá diz que não sabe de nada. Não viu nada e desconhece o assunto , mesmo de baixo de suas barbas, a exemplo do mensalão dos irmãos PTralhas, onde ele é o chefe. O país tem o Sistema de Saúde Publica, provavelmente, o mais ridículo e enganador das Américas, para não falar do mundo. Igualmente na Educação Publica que aliás podemos chamar de Deseducação Publica, assim como a Dessegurança Publica, o Destransporte Publico e etc. Tudo isso junto tem um só nome: Desrespeito Publico. Taí um bom mistério para o JUDASLÁ abrir em seu desgoverno.
Vozes d'África
Mas eu, Senhor!... Eu triste abandonada
Em meio das areias esgarrada,
Perdida marcho em vão!
Se choro... bebe o pranto a areia ardente;
talvez... p'ra que meu pranto, ó Deus clemente!
Não descubras no chão...
E nem tenho uma sombra de floresta...
Para cobrir-me nem um templo resta
No solo abrasador...
Quando subo às Pirâmides do Egito
Embalde aos quatro céus chorando grito:
Vozes d'Africa ainda emociona; é como se falasse sobre o Brasil de hoje, basta trocar os negros escravos pelo povo brasileiro. Bem que poderíamos chamar esse poema de VOZES do BRASIL. Um país que tem Bolsa Família e Pró- Une que tem também, Bolsa Bandido, Aposentadoria da Guerrilha, e que vai ter Bolsa futebol, mas que dá para seu povo uma aposentadoria sacaneada e o Lulalá diz que não sabe de nada. Não viu nada e desconhece o assunto , mesmo de baixo de suas barbas, a exemplo do mensalão dos irmãos PTralhas, onde ele é o chefe. O país tem o Sistema de Saúde Publica, provavelmente, o mais ridículo e enganador das Américas, para não falar do mundo. Igualmente na Educação Publica que aliás podemos chamar de Deseducação Publica, assim como a Dessegurança Publica, o Destransporte Publico e etc. Tudo isso junto tem um só nome: Desrespeito Publico. Taí um bom mistério para o JUDASLÁ abrir em seu desgoverno.
Vozes d'África
Deus! ó Deus! onde estás que não respondes?
Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes
Embuçado nos céus?
Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes
Embuçado nos céus?
Há dois mil anos te mandei meu grito,
Que embalde desde então corre o infinito...
Onde estás, Senhor Deus?...
Que embalde desde então corre o infinito...
Onde estás, Senhor Deus?...
Qual Prometeu tu me amarraste um dia
Do deserto na rubra penedia
- Infinito: galé! ...
Do deserto na rubra penedia
- Infinito: galé! ...
Por abutre - me deste o sol candente,
E a terra de Suez - foi a corrente
Que me ligaste ao pé...
O cavalo estafado do Beduíno
Sob a vergasta tomba ressupino
E morre no areal.
E a terra de Suez - foi a corrente
Que me ligaste ao pé...
O cavalo estafado do Beduíno
Sob a vergasta tomba ressupino
E morre no areal.
Minha garupa sangra, a dor poreja,
Quando o chicote do simoun dardeja
O teu braço eternal.
Minhas irmãs são belas, são ditosas...
Dorme a Ásia nas sombras voluptuosas
Dos haréns do Sultão.
Quando o chicote do simoun dardeja
O teu braço eternal.
Minhas irmãs são belas, são ditosas...
Dorme a Ásia nas sombras voluptuosas
Dos haréns do Sultão.
Ou no dorso dos brancos elefantes
Embala-se coberta de brilhantes
Nas plagas do Hindustão.
Embala-se coberta de brilhantes
Nas plagas do Hindustão.
Por tenda tem os cimos do Himalaia...
Ganges amoroso beija a praia
Coberta de corais ...
A brisa de Misora o céu inflama;
Ganges amoroso beija a praia
Coberta de corais ...
A brisa de Misora o céu inflama;
E ela dorme nos templos do Deus Brama,
- Pagodes colossais...
A Europa é sempre Europa, a gloriosa! ...
A mulher deslumbrante e caprichosa,
Rainha e cortesã.
- Pagodes colossais...
A Europa é sempre Europa, a gloriosa! ...
A mulher deslumbrante e caprichosa,
Rainha e cortesã.
Artista - corta o mármor de Carrara;
Poetisa - tange os hinos de Ferrara,
No glorioso afã! ...
Sempre a láurea lhe cabe no litígio...
Ora uma c'roa, ora o barrete frígio
Enflora-lhe a cerviz.
Universo após ela - doudo amante
Segue cativo o passo delirante
Da grande meretriz.
Poetisa - tange os hinos de Ferrara,
No glorioso afã! ...
Sempre a láurea lhe cabe no litígio...
Ora uma c'roa, ora o barrete frígio
Enflora-lhe a cerviz.
Universo após ela - doudo amante
Segue cativo o passo delirante
Da grande meretriz.
Mas eu, Senhor!... Eu triste abandonada
Em meio das areias esgarrada,
Perdida marcho em vão!
Se choro... bebe o pranto a areia ardente;
talvez... p'ra que meu pranto, ó Deus clemente!
Não descubras no chão...
E nem tenho uma sombra de floresta...
Para cobrir-me nem um templo resta
No solo abrasador...
Quando subo às Pirâmides do Egito
Embalde aos quatro céus chorando grito:
"Abriga-me, Senhor!..."
Como o profeta em cinza a fronte envolve,
Velo a cabeça no areal que volve
O siroco feroz...
Quando eu passo no Saara amortalhada...
Ai! dizem: "Lá vai África embuçada
No seu branco albornoz. . . "
Nem vêem que o deserto é meu sudário,
Que o silêncio campeia solitário
Por sobre o peito meu.
Velo a cabeça no areal que volve
O siroco feroz...
Quando eu passo no Saara amortalhada...
Ai! dizem: "Lá vai África embuçada
No seu branco albornoz. . . "
Nem vêem que o deserto é meu sudário,
Que o silêncio campeia solitário
Por sobre o peito meu.
Lá no solo onde o cardo apenas medra
Boceja a Esfinge colossal de pedra
Fitando o morno céu.
De Tebas nas colunas derrocadas
As cegonhas espiam debruçadas
O horizonte sem fim ...
Onde branqueia a caravana errante,
E o camelo monótono, arquejante
Que desce de Efraim
Não basta inda de dor, ó Deus terrível?!
É, pois, teu peito eterno, inexaurível
De vingança e rancor?...
E que é que fiz, Senhor? que torvo crime
Eu cometi jamais que assim me oprime
Teu gládio vingador?!
Foi depois do dilúvio... um viadante,
Negro, sombrio, pálido, arquejante,
Descia do Arará...
E eu disse ao peregrino fulminado:
"Cão! ... serás meu esposo bem-amado...
Boceja a Esfinge colossal de pedra
Fitando o morno céu.
De Tebas nas colunas derrocadas
As cegonhas espiam debruçadas
O horizonte sem fim ...
Onde branqueia a caravana errante,
E o camelo monótono, arquejante
Que desce de Efraim
Não basta inda de dor, ó Deus terrível?!
É, pois, teu peito eterno, inexaurível
De vingança e rancor?...
E que é que fiz, Senhor? que torvo crime
Eu cometi jamais que assim me oprime
Teu gládio vingador?!
Foi depois do dilúvio... um viadante,
Negro, sombrio, pálido, arquejante,
Descia do Arará...
E eu disse ao peregrino fulminado:
"Cão! ... serás meu esposo bem-amado...
- Serei tua Eloá. . . "
Desde este dia o vento da desgraça
Por meus cabelos ululando passa
O anátema cruel.
As tribos erram do areal nas vagas,
E o Nômada faminto corta as plagas
No rápido corcel.
Vi a ciência desertar do Egito...
Vi meu povo seguir - Judeu maldito -
Trilho de perdição.
Depois vi minha prole desgraçada
Pelas garras d'Europa - arrebatada -
Amestrado falcão! ...
Por meus cabelos ululando passa
O anátema cruel.
As tribos erram do areal nas vagas,
E o Nômada faminto corta as plagas
No rápido corcel.
Vi a ciência desertar do Egito...
Vi meu povo seguir - Judeu maldito -
Trilho de perdição.
Depois vi minha prole desgraçada
Pelas garras d'Europa - arrebatada -
Amestrado falcão! ...
Cristo! embalde morreste sobre um monte
Teu sangue não lavou de minha fronte
A mancha original.
Ainda hoje são, por fado adverso,
Meus filhos - alimária do universo,
Eu - pasto universal...
Teu sangue não lavou de minha fronte
A mancha original.
Ainda hoje são, por fado adverso,
Meus filhos - alimária do universo,
Eu - pasto universal...
Hoje em meu sangue a América se nutre
Condor que transformara-se em abutre,
Ave da escravidão,
Ela juntou-se às mais... irmã traidora
Qual de José os vis irmãos outrora
Venderam seu irmão.
Condor que transformara-se em abutre,
Ave da escravidão,
Ela juntou-se às mais... irmã traidora
Qual de José os vis irmãos outrora
Venderam seu irmão.
Basta, Senhor! De teu potente braço
Role através dos astros e do espaço
Perdão p'ra os crimes meus!
Há dois mil anos eu soluço um grito...
escuta o brado meu lá no infinito,
Meu Deus! Senhor, meu Deus!!...
Role através dos astros e do espaço
Perdão p'ra os crimes meus!
Há dois mil anos eu soluço um grito...
escuta o brado meu lá no infinito,
Meu Deus! Senhor, meu Deus!!...
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Quem é o Patinho Branco?
- Patinho Branco
- Itanhaém, SP, Brazil
- Formado em Administração, pescador de pesqueiro, palmeirense de quatro costados. Adoro os anos 70: tenho uma Caloi 10( são três na verdade), um fuca bala além de uma maquina fotografica Pentax Assay 35mm, só para curtir essa década maravilhosa. Cultivo uma pequena horta de temperos no quintal. Temos Manjericão do comum e do roxo, Alecrim, Hortelã, Salsinha, Cebolinha, orégano, Pimenta dedo de moça, malagueta e de cheiro. Gosto de estar com a familia, churrasquear e cozinhar, pedalar e bater papo com os amigos. Caminhar na praia é atividade obrigatória de todos os dias, quando o tempo ajuda.