Paella com cachorro e cerveja
PS : Não se esqueça de por o cachorro para fora e fechar a porta, que ele já fez a parte dele.
Anos 70 - fumava-se muito, bebia-se muito, acampava-se muito e namorava-se muito.
Praia de Meaípe. Ferias, onde tudo deu certo. Vinte dias de sol no paraíso. O estado do Espirito Santo é surpreendente, paisagens bonitas e praias muito boas, com aguas claras, algumas com ondas e outras parecendo um lago de tão calmas.
Foto de Salvador-BA, onde o ar é sempre místico, apesar do forte cheiro de Dende e/ou urina, onde quer que se ande na cidade.
Elefante, no Zoo de São paulo, madrinhado com um cavalinho. Um não vivia sem o outro. Uma aliança animal e verdadeira.
Nicolli no triciclo. Um perigo ! Agora já é advogada; o tempo passa e não percebemos,quando percebemos ele já passou. A vida só tem uma mão, por isso não tem volta. Aproveite enquanto é tempo.
Pegar um peixe é sempre emocionante. Na foto Nicolli e seu peixe.Querem votos, custe o que custar.
Segundo recentes estatísticas o consumo de água está relacionado com casos de mortes naturais, assassinatos, roubos e seqüestros .
Os levantamentos estatísticos foram realizados nos Estados Unidos, África do Sul e Alemanha. Os cientistas europeus que realizaram essa árdua tarefa obtiveram os seguintes dados:
1- 100% das pessoas que bebem água morrem no decorrer de suas vidas.
2- 98% dos assassinatos ocorrem pelo menos 12 horas após o assassino ter ingerido água.
3- beber água na infância vicia para o resto da vida.
4- Todo pedófilo bebe agua.
5- 90% dos seqüestradores foram batizados com água.
6- água em grande quantidade mata por afogamento.
Em missão cientifica ao Brasil, os doutos cientistas europeus, alem dessa estatística interessante, apresentaram também à política Tupiniquim, a revolucionaria Teoria das Raças Humanas, que inventaram, quando visitaram os paises acima citados,
A idéia, como não poderia ser diferente, foi imediatamente aceita por um grupo político, empenhado em criar curais eleitorais no Brasil.
Empunhando a bandeira da Divisão dos Povos por Raças, criadas artificialmente, de fato, foi armado o engodo das “Cotas para Negros nas Universidades”, dividindo os próprios negros em pobres e ricos.
Os negros ricos que podem pagar os estudos estarão dentro das faculdades, e os negros pobres simplesmente estarão excluídos por não poderem bancar a mensalidade, dando seu lugar aos negros ricos excedentes.
Essa idéia de cotas é tão absurda quanto a estatística sobre o consumo de água, e ninguém consegue perceber. Parece que a nação Tupiniquim esta sob efeito de algum narcótico ou de ondas de radio, como do celular por exemplo, que não consegue diferenciar Jesus de Genésio.
A fantasiosa estatística da água , aqui apresentada, apenas serve para mostrar, como é fácil criar um engodo para ludibriar os incautos e os menos atentos, dando as cores que se quiser a uma mentira, sem faltar com a verdade.
Na verdade, em nome de pseudoverdades, estamos prestes a criar neste país, o chamado Ódio de Raças, coisa que nunca tivemos aqui, pois somos , graças a Deus, um país mestiço.
O bom censo nos diz que ao invés de criarmos diferenças entre as pessoas, devemos sim, abraçar a luta da igualdade entre as pessoas.
Não podemos compartilhar das mesmas idéias que criaram o Apartheid na África do Sul, ou a política segregacionista dos Estados Unidos, nem dos ideais racistas da Alemanha nazista, que perseguiam os Judeus.
Até a própria ciência, que têm iluminado os caminhos da humanidade, que nos trouxe até o patamar de desenvolvimento em que estamos, é muito clara quando afirma que viemos todos de uma mesma origem e, que nos constituímos geneticamente em apenas uma raça, a Raça Humana.


Foto do Pelourinho, Salvador-BA. Lembrança de uma viagem maravilhosa.
Na foto a Inês, em um Camping em Camboriu. Tempos de Lua de Mel.
Foto de uma ilha em Pataty-RJ.

Foto da Feira de Artesanato em Salvador-BA.
O Senador Mercadante proporcionou a todos, um episodio no mínimo bizarro em sua carreira política, que ávido em aparecer bonito na fotografia, para garantir prestigio e votos, atacou vorazmente aquilo que ele justamente julgava impróprio, porem, ao mesmo tempo, parecia ser um bom recurso para faturar em cima da opinião publica.
Apressou-se em tomar posições e tomou um rumo contrario ao seu próprio partido, o PT. Foi tão contundente na sua opinião, que não deixou espaço para um possível recuo diante do seu partido, que aliás de tão petulante que está, nem se preocupa mais em se limpar das sujeiras que já protagonizou.
Começou então um jogo político do ser ou não ser, sigo em frente ou puxo o breque de mão. Acompanhar a opinião espúria do partido, seria trazer para si toda imoralidade do PT, e arcar com todo o custo político de uma decisão digna da Cosa Nostra, ou quem sabe da Yakusa.
Aquele ímpeto inicial de ataque, caiu por terra e veio a decepção e o arrebatamento, com o desapontamento de não poder atender às suas próprias necessidades políticas, dentro de um partido distante da sua origem. As sucessivas investidas contra a ignomínia de nada adiantaram e, um ar de incapacidade, provavelmente, começou a tomar conta da cabeça do Senador.
Aquilo que seria, justamente, sua projeção junto a mídia e o eleitorado, estavam virando pesadelo, com gosto de derrota, alem da rejeição pelos seus próprios pares, que comungavam com outros interesses. Era líder e não liderava ninguém.
Não queria passar a imagem de um político fraco, apesar do fracasso, e provavelmente passou a viver o seu inferno particular e, ameaçou renunciar à liderança.
Quando tudo parecia perdido, apareceu a solução, e o Senador se apegou a essa tabua da salvação e conseguiu por fim “racionalizar” a situação.
Para não se martirizar renunciando a liderança, Mercadante precisava de um motivo, ou de uma causa qualquer, para se organizar mentalmente, diante da dura e frustrante realidade e, daí tirou uma vantagem: fez a si próprio uma afirmação contraria ao foto real, isto é, contou uma mentira para si mesmo e acreditou.
Quando Lula o chamou para uma conversa, sem o saber, deu o mote que Mercadante precisava para se livrar do fardo da renuncia. Qualquer que fosse o Canto da Sereia, de Lula, naquela conversa, já seria de antemão, a chave da porta de saída para a tal renuncia, em caráter irrevogável, do pseudolíder , Senador Mercadante.
Essa conversa, independente do que ele ouviu, foi a mentira necessária para ele racionalizar e chegar finalmente a uma conclusão, que nada tinha a haver com a realidade, mas salvava sua consciência política perante si próprio, podendo dormir em paz, e manter pelo menos o auto-respeito, jogando a responsabilidade nas contas do Presidente, que mais uma vez cantou o canto, que encanta quem ser encantado.
A racionalização é um dispositivo da mente, que transforma vontades ou anseios, em fatos fictícios supostamente reais.
É quando usamos a inteligência para negar a verdade; é um procedimento intimo, que nos torna desonestos diante de nós mesmos.
Se não podemos ser honestos com nós mesmos, com certeza não podemos ser honestos com nenhuma outra pessoa, quanto mais com o eleitor.
Quando Mercadante aceitou o Canto da Sereia, ele permitiu, sem o saber, uma ruptura, uma violação no seu caráter político, assim como fez a raposa diante das uvas . Essa foi a forma que o Planalto Central encontrou para não permitir a incomoda expansão de sua própria consciência, destruindo sua individualidade.
Agora,de fato,o Senador Aluizio Mercadante, se tornou apenas "mais um" dentro do PT.
