Patinho Branco
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Semiramis inventou o Natal, a confissão e a reencarnação.
As religiões se parecem com as ondas do mar : o tempo passa e elas se repetem.
Semiramis inventou.........e todo mundo copiou.
Após o dilúvio, Noé tomou uma bebedeira e tirou a roupa ficando completamente nu. Cam, ao ver aquela cena do pai bêbado e nu, começou a gargalhar, fazendo zombarias e chamou seus irmãos para também assistirem à cena.
Sem e Jafé ao verem o pai nu, não zombaram e trataram de cobri-lo dando-lhe proteção, pois estava bêbado, portanto indefeso. Noé então para castigar Cam, lançou uma maldição sobre ele: disse que ele e suas gerações seriam escravos de Sem e Jafé coabitaria com Sem.
E assim sem apoio do Pai e sem piedade de Deus, Cam saiu errando pelo mundo e teve filhos. Um desses filhos se chamava Cuche que se casou com Semíramis, mulher ardilosa de temperamento difícil e tenebroso.
Dessa união nasce um menino a quem chamaram de Ninrod, que significa os que se rebelaram. Ninrod realmente era um rebelde aos olhos de Jeová, e ele foi uma espécie de ditador ao seu tempo, nada do que Deus pedia ele fazia, e se pudesse fazia do contrario. Foi um Hitler, um Busch ou um Pinnochet daquela época. Foi muito poderoso e criou diversas cidades e dentre elas a mais famosa foi Babilônia. A Torre de Babel nasceu nesse período, e ele foi o primeiro líder a se proclamar deus, o Senhor do Mundo e causou sofrimento e tristeza na face da terra. Desde a criação do mundo não houve outro como Ninrod, caçador de homens e feras e pecador diante de Deus.
Tomou sua própria mãe, Semíramis, por esposa tornando-a assim uma deusa como ele, na sua mente doentia. Ninrod se dizia o deus sol, enquanto sua mãe e esposa se comparava a própria lua.
Ninrod teve seu fim como todo aquele que tenta dominar o mundo. Foi morto.
Seu tio avô ,Sem, despedaçou o seu corpo. Mas deus que é deus não morre e Semíramis logo inventou uma historia, dizendo que Ninrod não morreu, apenas foi para o seu lugar no céu, o sol, já que ele era o deus sol. Era só olhar para o sol e constatar que lá estava Ninrod. Tempos depois da morte de Ninrod, a deusa e sacerdotisa Semiramis ficou gravida e tratou logo de arranjar uma explicação.
Semíramis, dizia estar grávida de deus, e que a criança que ia nascer seria Ninrod reencarnado aqui na terra. Conhecida também como a Rainha do Céu, deu a luz a seu filho Tamuz, o menino deus, em um dia 25 de Dezembro, dando origem assim a crença da reencarnação (Tamuz seria a reencarnação de Ninrod aqui na Terra).
Conta a historia, que o menino deus Tamuz estava na mata caçando, quando por algum motivo morreu, e morreu sobre um tronco podre de árvore que estava no chão. Semíramis sua mãe, para encobrir a morte do filho, já que deus não morre, espalhou a noticia que Tamuz subiu para o céu, voltando para o seu lugar que era o sol, já que ele era o próprio deus Ninrod, o deus sol e que naquele local onde havia o tronco no chão, nasceu um Pinheiro, sendo esse Pinheiro a própria referencia do renascimento do menino deus.
Assim, depois disso, no dia 25 de Dezembro, era comum que as pessoas levassem para casa, pequenos Pinheiros que enfeitavam e depois trocavam presentes entre si, para comemorar o renascimento de Tamuz, que subiu aos céus.
Semíramis, juntamente com suas sacerdotisas, também criou o ato da confissão, colocando de um lado de uma balança os pecados e do outro as virtudes, dando origem ao símbolo da justiça que, a Rainha do Céu, ou Mãe de Deus, de olhos vendados segura uma balança. A crença do céu e do inferno também é uma criação de Semíramis, assim como a morte na cruz.
Da crença e das idéias dessa mulher é que surgiram todas as crenças ou conceitos religiosos de nossos dias atuais. Encontramos esses conceitos e praticas na Pérsia, Grécia, no Egito e em Roma; todos cultuando Semíramis, Ninrod e Tamuz, porém,com o nome desses deuses trocados. Para os egípcios era Ísis, Osíris e Horus, para os gregos Ninrod era Zeus e assim por diante, até os nossos dias onde existe uma correlação entre Maria mãe de Deus e Jesus, filho de Deus, sendo Jesus a personificação do próprio Deus, conforme acontecia com a crença em Tamuz.
A historia de Semíramis, Ninrod e Tamuz são bíblicas, além de pesquisadas e comprovadas nas fontes históricas.Nenhum deles foi deus, apenas simples humanos tentando oprimir seus semelhantes, apenas pessoas buscando o poder, ou e, viver a custa do próximo, dos incautos, dos cordeiros, dos inocentes.
É muito importante dizer que Jesus foi uma pessoa real, assim como Tamuz. Se Jesus é filho de Deus ou não, não vamos discutir aqui, mas também e preciso dizer que não foi Jesus quem teorizou ou deu forma à religião cristã, pelo contrario Jesus foi o maior critico de sua própria religião, o judaísmo. Quem deu forma à religião cristã foi outra pessoa que veio depois Dele. Foi Saulo ou Paulo, apostolo instruído em filosofia e grande conhecedor das religiões e conhecedor da historia de Semíramis, além de ter servido aos propósitos romanos, sabe-se lá até quando.
Sabe-se também que Roma necessitava de uma unificação religiosa, para fins políticos, que somente muito mais tarde se consolidou, culminando na conversão ao cristianismo do proprio Imperador Constantino, em seu leito de morte.
Curioso? Tem muito mais historias que nem pastor, nem padre e muito menos a madre superiora, contam.
Leia também neste blog : O Sol a Chave das Religiões.
Marcadores:
foto de praia,
historia,
religião
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
O Passado Distante, Sempre Presente.
Restaurante do Hotel Gaeta na praia de Meaipe no Espirito Santo. Lagosta é bom demais.
O passado distante ........
O templo era a casa do conhecimento e do deus tribal, divina sombra do velho ancestral que antes de morrer, organizava e liderava a tribo e era alvo da admiração de todos. Falavam de suas façanhas e sua valentia. Da fama foi ao mito. O mito cresceu e o velho homem virou virou deus.
Em sendo um deus haveria, de se ter também um sacerdote para cuidar se suas coisas aqui na terra, já que evidentemente, todo deus que se preza mora no céu, isto é: em lugar ignorado.
O sacerdote tinha como função, não só manter viva a chama do mito do deus tribal, como também, manter no templo, a sabedoria e o conhecimento, pois só ali estavam guardados os escritos sagrados.
O templo era o calendário da comunidade, que com suas festas marcava os dias do ano, o inicio do inverno, das chuvas, da colheita e etc.
Alguns Deuses, como Marduk da Babilônia e Baal dos Fenícios e tantos outros eram os mesmos super heróis dos desenhos animados, que conhecemos hoje na televisão, que com outros nomes divertem nossas crianças nos programas infantis.
Os povos sedentários, assim que criavam um deus, logo lhe davam uma esposa. Já no caso de povos nômades, devido à dureza da vida que levavam com o alimento sempre curto, deus ficava solteiro mesmo.
De qualquer forma, nada mais natural que um deus ter sua casa, uma ou mais esposas, amantes, filhos deuses, além de outros filhos semideuses. Evidentemente que sendo assim, será também providencial, o abastecimento dessa enorme família de deuses. Daí entram as oferendas diversas, porcentagem da colheita, parte da criação de animais e etc., sempre em gratidão à cura de uma doença, à boa colheita do ano e para garantir bons tempos para o futuro.
Alguém tem que guardar e administrar essas oferendas para deus, já que ele mora no céu. Com astúcia e um clima de mistério, além de certa reclusão para manter a distancia os curiosos, os nossos velhos sacerdotes administram tão bem esses recursos, que até parece mágica, com tudo desaparecendo sem deixar vestígios.
O povo crédulo e na simplicidade da vida, pastoreando ovelhas e cultivando o campo, exaltava e temiam a deus, cuja aprovação das oferendas, dava prosperidade, e cuja desaprovação trazia desgraças e infortúnios. Claro que pequenos presentes extras e algumas oferendas a mais, era possível torná-lo mais calmo e propicio aos pedidos.
Era preciso sempre venerá-lo, pois deus tinha tal poder e conhecimento que não podia jamais ser desrespeitado, nem mesmo em pensamento, pois ele tudo via, tudo sabia.
O passado distante ........
Quando olhamos as grandes aglomerações humanas do passado, a coisa mais importante nessas cidades era o templo, muitas vezes maior que o próprio palácio. Quanto mais recuamos no tempo, mais importante torna-se o templo. O começo da civilização e o aparecimento do templo andam juntos na nossa historia e não há um sem o outro.
À medida que o homem deixou de ser nômade e se fixou na terra, com certeza ganhou mais segurança, a alimentar principalmente, mas tornou-se um entrave para os grupos ainda nômades. Com as atividades presas nas obrigações com a terra e a criação, esse homem se tornou mais sedentário e pacifico, passou a organizar seus dias, tendo atividades regulares, que dependiam da época do ano, para o semeio. Era preciso conhecer com exatidão a época das cheias, da aurora do por do sol. O homem ia descobrindo que precisava de conhecimento.
O templo era a casa do conhecimento e do deus tribal, divina sombra do velho ancestral que antes de morrer, organizava e liderava a tribo e era alvo da admiração de todos. Falavam de suas façanhas e sua valentia. Da fama foi ao mito. O mito cresceu e o velho homem virou virou deus.
Em sendo um deus haveria, de se ter também um sacerdote para cuidar se suas coisas aqui na terra, já que evidentemente, todo deus que se preza mora no céu, isto é: em lugar ignorado.
O sacerdote tinha como função, não só manter viva a chama do mito do deus tribal, como também, manter no templo, a sabedoria e o conhecimento, pois só ali estavam guardados os escritos sagrados.
O templo era o calendário da comunidade, que com suas festas marcava os dias do ano, o inicio do inverno, das chuvas, da colheita e etc.
Alguns Deuses, como Marduk da Babilônia e Baal dos Fenícios e tantos outros eram os mesmos super heróis dos desenhos animados, que conhecemos hoje na televisão, que com outros nomes divertem nossas crianças nos programas infantis.
Os povos sedentários, assim que criavam um deus, logo lhe davam uma esposa. Já no caso de povos nômades, devido à dureza da vida que levavam com o alimento sempre curto, deus ficava solteiro mesmo.
De qualquer forma, nada mais natural que um deus ter sua casa, uma ou mais esposas, amantes, filhos deuses, além de outros filhos semideuses. Evidentemente que sendo assim, será também providencial, o abastecimento dessa enorme família de deuses. Daí entram as oferendas diversas, porcentagem da colheita, parte da criação de animais e etc., sempre em gratidão à cura de uma doença, à boa colheita do ano e para garantir bons tempos para o futuro.
Alguém tem que guardar e administrar essas oferendas para deus, já que ele mora no céu. Com astúcia e um clima de mistério, além de certa reclusão para manter a distancia os curiosos, os nossos velhos sacerdotes administram tão bem esses recursos, que até parece mágica, com tudo desaparecendo sem deixar vestígios.
O povo crédulo e na simplicidade da vida, pastoreando ovelhas e cultivando o campo, exaltava e temiam a deus, cuja aprovação das oferendas, dava prosperidade, e cuja desaprovação trazia desgraças e infortúnios. Claro que pequenos presentes extras e algumas oferendas a mais, era possível torná-lo mais calmo e propicio aos pedidos.
Era preciso sempre venerá-lo, pois deus tinha tal poder e conhecimento que não podia jamais ser desrespeitado, nem mesmo em pensamento, pois ele tudo via, tudo sabia.
Para os sacerdotes a compreensão das coisas estava em outro nível. Eles detinham o conhecimento e sabiam do que o povo precisava.
Da ignorância.
domingo, 9 de janeiro de 2011
Roupa Típica de Paulista ou de Gaúcho?
Acabamos de ganhar esse comigo-ninguém-pode, que já foi replantado em um vaso maior. Vai ficar ai mesmo nesse local que mostra a foto.
Roupa Típica......
A cidade de São Paulo, era um vilarejo com uns poucos milhares de habitantes. Era como uma rotatória ou entroncamento de vários caminhos, que percorriam todo o Brasil permitindo aos paulistas se integrarem com o país de norte a sul, graças aos índios, que conheciam e viajavam por essas "estradas indígenas", desde tempos imemoriais.
Em pleno século XVIII, o idioma tupi era a língua mais falada nas ruas da cidade. O idioma português, também era falado e dividia com a língua indígena a preferência dos paulistas.
A culinária e o costume de dormir em redes, também foram herdados dos índios, de modo que até o inicio do século XIX ainda se dormia dessa forma, quando a cama começou a fazer parte do mobiliário, colocando de lado a chamada "Rede de Carijó ". A casas paulistas eram basicamente, ocas indígenas melhor adaptadas. Das grande cidades coloniais brasileiras, sem duvida ,essa era a mais indígena.
Por essa época os paulistas foram retrados por pintores, que trazidos da Europa pela Corte, pintavam os costumes e as diversas facetas do cotidiano, na cidade.
Era comum por esses tempos, e assim foi retratado, o uso de uma roupa composta de chapéu de aba larga, cinza, preso por cordéis. Casaco e calças escuras, de algodão, além de botas de cano folgado, de couro, na cor preta. Essa roupa era comum para homens e mulheres. No caso dos homens ainda se usava na bota ou na cintura, uma faca bem afiada, que servia para a defesa e para as refeições.
Esse traje era muito comum, principalmente nos comboios de tropas de mula, que partiam da cidade, com destino principalmente ao sul. Quando fazia frio ou quando chovia, usavam esses tropeiros paulistas, um folgado ponche azul para se proteger. Viajavam assim vestidos, com suas mulas e eram conhecidos por "paulistas". Nome que foi emprestado ao traje típico que usavam.
Com o declínio desse tipo de atividade e o desaparecimento dos tropeiros, o traje caiu em desuso pelos paulistas, mas continuou de alguma forma a ser usado no Rio Grande do Sul, ficando conhecido nos dias de hoje como traje típico gaúcho.
Mas é paulista - só foi emprestado.
| o vaso merecia o verniz envelhecedor |
Acabamos de ganhar esse comigo-ninguém-pode, que já foi replantado em um vaso maior. Vai ficar ai mesmo nesse local que mostra a foto.
Roupa Típica......
A cidade de São Paulo, era um vilarejo com uns poucos milhares de habitantes. Era como uma rotatória ou entroncamento de vários caminhos, que percorriam todo o Brasil permitindo aos paulistas se integrarem com o país de norte a sul, graças aos índios, que conheciam e viajavam por essas "estradas indígenas", desde tempos imemoriais.
Em pleno século XVIII, o idioma tupi era a língua mais falada nas ruas da cidade. O idioma português, também era falado e dividia com a língua indígena a preferência dos paulistas.
A culinária e o costume de dormir em redes, também foram herdados dos índios, de modo que até o inicio do século XIX ainda se dormia dessa forma, quando a cama começou a fazer parte do mobiliário, colocando de lado a chamada "Rede de Carijó ". A casas paulistas eram basicamente, ocas indígenas melhor adaptadas. Das grande cidades coloniais brasileiras, sem duvida ,essa era a mais indígena.
Por essa época os paulistas foram retrados por pintores, que trazidos da Europa pela Corte, pintavam os costumes e as diversas facetas do cotidiano, na cidade.
Era comum por esses tempos, e assim foi retratado, o uso de uma roupa composta de chapéu de aba larga, cinza, preso por cordéis. Casaco e calças escuras, de algodão, além de botas de cano folgado, de couro, na cor preta. Essa roupa era comum para homens e mulheres. No caso dos homens ainda se usava na bota ou na cintura, uma faca bem afiada, que servia para a defesa e para as refeições.
Esse traje era muito comum, principalmente nos comboios de tropas de mula, que partiam da cidade, com destino principalmente ao sul. Quando fazia frio ou quando chovia, usavam esses tropeiros paulistas, um folgado ponche azul para se proteger. Viajavam assim vestidos, com suas mulas e eram conhecidos por "paulistas". Nome que foi emprestado ao traje típico que usavam.
Com o declínio desse tipo de atividade e o desaparecimento dos tropeiros, o traje caiu em desuso pelos paulistas, mas continuou de alguma forma a ser usado no Rio Grande do Sul, ficando conhecido nos dias de hoje como traje típico gaúcho.
Mas é paulista - só foi emprestado.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Vozes do Passado.
Praia cheia : é Ano Novo
Todo ano é assim, a praia enche de turistas, morre um monte de gente afogada, o pronto socorro fica cheio de bêbedos acidentados.
A delegacia fica cheia de gente fazendo Boletim de Ocorrência : assalto, roubo e etc.
Depois a vida continua como se nada tivesse acontecido. Todo ano é assim!
Vozes do Passado.
Tudo depende da interpretação que interessa dar. Pode ser para o bem ou o mal ou nem para um, nem para o outro.
Tudo está escrito por metáforas, ou pela metade, ou mais ainda veladamente, de forma que só quem sabe da historia completa consegue entender o significado das palavras.
A Bíblia é um exemplo clássico, dada a dificuldade no seu total e correto entendimento. Muitas vezes, nem mesmo os estudiosos mais reconhecidos no assunto, chegam a mesma conclusão.
Mas uma coisa é certa, tudo nesse mundo se movimenta. Mesmo o assunto mais velado entre todos os assuntos, o segredo do segredo, aquele que fala do passado primitivo, da criação do mundo e dos homens, um dia deixara de ser segredo. Esse tempo chegou.
Todo esse mistério foi desvendado, com as descoberta de uma biblioteca com uma escrita, na época indecifrável e que acabou ficando esquecida em algum deposito de museu. Não tardou e conseguiram decifrar aqueles estranhos códigos. Foi como o acender de um holofote no passado obscurecido, e tudo veio para o presente, claro como o dia, até nos detalhes.
As pequenas tábuas de barro revelaram de uma só vez, tudo aquilo que sempre foi o segredo, mantido as sete chaves, pelas religiões ou pelas organizações secretas.
Segredo que mais recentemente foi guardado pelas próprias Forças Armadas, de diversos países, conforme acordo assinado, tudo sob o comando dos Estados Unidos, que viu nesse segredo a chance de obter novas tecnologias, principalmente para uso em viagens espaciais da Nasa.
A revelação desses escritos vieram aos poucos, com a compreensão do caráter do povo que o escreveu, os Sumérios. Aqueles sinais gravados no barro, narravam além de tantas outras coisas, a historia do nascimento da própria humanidade, o Adão da Gênesis, e vai para o mais remoto passado, contando a historia do surgimento do nosso Sistema Solar, explicando em detalhes, o aparecimento do planeta terra.
As evidencias de que os relatos sumérios são verídicos e fieis aos acontecimentos, aumentam a cada dia, quer com comparações com outros achados arqueológicos, quer com novos descobrimentos da ciência, principalmente nas descobertas ligadas à astronomia, que chegam pelas sondas lançadas ao espaço.
A própria ciência deve estar abismada com os conhecimentos que esse povo detinha, principalmente sobre a astronomia. Conhecimentos impossíveis para 6000 anos atrás. Impossível sim, mas com explicação:os conhecimentos vieram de fora, de terceiros.
Contam as tábuas sumérias, e aqui vai um pequeno resumo, que há 400 mil anos, época em que o homem nem existia, viajantes chegaram do espaço e começaram uma verdadeira Epopeia Espacial no nosso planeta, em busca de ouro. Aterrizaram no Oriente Médio entre os Rios Eufrates e Tigre e ali montaram sua primeira base de operações, que batizaram com o nome de Éden. Dispunham de poucos homens e mesmo assim se detiveram em retirar ouro das águas do Golfo.
A empreitada no mar não deu certo e tiveram que trabalhar pesado nas minas em terra firme.
Trabalho extenuante, para homens treinados para serem astronautas. Os problemas não demoraram e os astronautas (Eloin ou anjo), cansados, se rebelaram com tanto trabalho pesado.
O Comandante, para resolver o problema, lançou a ideia de se criar um trabalhador para substituir seus comandados nesse trabalho pesado.
Pelos Campos da África havia um animal muito parecido com eles próprios, porém muito pouco inteligente para compreender ordens, mas que com uma evolução genética, seria possível, criar um trabalhador obediente e capaz.. Para isso usariam genes seus misturados aos desse então, Homo erectus, que já apresentava uma chama rudimentar de inteligência no olhar.
- Façamos o homem da terra de acordo com a nossa imagem e semelhança, disseram eles.
E assim foi feito na Base de Comando do Éden. Tentativas e erros não faltaram, nasceram as quimeras, tão comuns no nosso folclore, monstros de todo tipo, até o sucesso final da experiência. Nasceu o primeiro Adão e a primeira Eva, de uma série.
Contam ainda que o nosso planeta surgiu de uma colisão planetária, e a Terra juntamente com a Lua foi o que restou da catástrofe, além dos cacos que formaram os Anéis de Saturno, coisa que a ciência de nossos dias não descarta e há até teses a respeito.
Enfim esse povo não tinha como saber de tantos detalhes há milhares de anos atrás, coisas incríveis, que só agora com a ajuda de muita tecnologia, a ciência começa a tomar conhecimento.
Todo esse conhecimento sumério, que dia a dia, a ciência vem comprovando, tem criado um grande alvoroço, tanto nos meios científicos, como nos meios religiosos. A importância dessa biblioteca de barro, desenterrada e traduzida é sem duvida o maior tesouro que a humanidade poderia encontrar, pois nela está contida toda a nossa historia, desde os tempos mais remotos
.
Enfim, como era de se esperar que um dia acontecesse, tudo está desvelado para sempre. É só tomar conhecimento!
Marcadores:
foto de praia,
historia,
religião
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Da Nau dos Infernos ao Programa de TV.
Dartanham esperando por um biscoito! Nem pisca.
Ele vai acabar ganhando o biscoito.
Crer é poder, até ele sabe.
Da Nau dos Infernos.....
Abunda, ultimamente na televisão, uma variedade enorme de denominações religiosas, todas cristãs, prometendo aos que tem fé, muita prosperidade material com a utilização de imagens de carro esporte, mansão em Miami, jatinho particular e tudo o mais de uma boa propaganda, necessária para uma boa venda.
Claro, para que o Deus cristão providencie toda essa dinheirama é primeiramente necessário, que se mande um dinheiro para a Igreja em questão, observando-se sempre que o milagre será do tamanho do donativo, tudo segundo a consciência do doador, já que nem a igreja, nem o sacerdote, se responsabilizam pela realização do tal milagre.
O Deus cristão deu uma missão a seus sacerdotes, segundo eles mesmos, de distribuírem chaves de casas e carros para seus fiéis, que Deus proverá a casa ou o carro correspondente a essa chave. A mensagem de Deus veio em um sonho e tudo está respaldado na Bíblia: livro tal e versículo tal.
Alguns fiéis chegam a dar seu carro para a igreja a espera de milagre. Daí compra um carro novo, entra num financiamento de 60 meses, sem entrada, com juros altíssimos e ainda vai dar o testemunho da graça que recebeu do Senhor. Entrou foi, num tremendo 171.
Esses programas religiosos, se baseiam na mesma técnica dos programas policiais, que primeiro mostram muita desgraça e depois as possíveis soluções onde traçando um paralelo, vamos ver desemprego, alcoolismo e miséria em um ; no outro assaltos assassinatos e estupros, com a policia resolvendo esse ou aquele caso, enquanto nos programas evangélicos Deus se encarrega dos milagres. Tudo técnica para ganhar audiência e convencimento de que a policia num caso e Deus no outro são eficientes.
A policia prende, Deus faz milagres e assim todo mundo sai ganhando. O Estado agradece a forcinha, a Igreja continua sua obra, e o fiel enganado, se sente amparado na sua desgraça, já que quando morrer terá os Céus a seus pés.
Deus deve estar de saco cheio, pois não é possível que ele peça tantos sacrifícios aos seus seguidores, enquanto que para outros que nem ouviu falar no nome Dele, Ele tudo dá. Falo dos nossos velhos e conhecidos índios, que séculos atrás, dominaram o nosso velho continente Sul Americano, que sem conhecer o cristianismo, viviam em perfeita harmonia com a natureza, sem guerras com seus irmãos e sem conhecer o pecado original, andando nus , dentro de uma sociedade perfeita.
A eles, Deus nunca permitiu que faltasse comida ou água, de forma que sempre viveram em abundancia e tiveram de tudo que precisavam.
Nunca ouviram falar em Pai, Filho ou Espírito Santo ou Virgem Maria e sempre estiveram em comunhão com Deus. Nas suas aldeias não haviam homossexuais, nem tarados, nem ladrões. Suas crianças não apanhavam dos pais e não sofriam nas mãos de pedófilos, nem precisavam estudar ou/e trabalhar para viver.
Os índios eram tão agraciados pelo Deus Único e Verdadeiro, que em suas vidas, jamais faltou sequer alimentos. O Senhor os provia com fartura de frutas, peixes, caça, rios, praias, clima ameno e florestas luxuriantes. Por certo, os índios, eram muito amados pelo Criador, pois Ele não permitia sequer que esses nativos, conhecessem ou soubessem o que é o deserto, a fome, a sede, a crucificação, a destruição de cidades e a escravidão, diferentemente dos seus seguidores, que ganharam um deserto para viver e comiam o pão que o diabo amassou e ainda tinham que correr dos leões em Roma.
Nossos índios só conheceram mesmo a desgraça, ou o inferno, quando por aqui chegaram os cristãos com seus navios, com a cruz em suas velas.
Essas naus traziam a cobiça pelo ouro, madeira, peles e tudo que podia significar prosperidade econômica e poder, tal e qual os ditos programas religiosos da TV que só falam em dinheiro. Essas naus trouxeram também outro legado cristão: gripe, sarampo, rubéola, sífilis e gonorréia e etc.
Esses navegantes tinham também ordens de tranformar nossos índios, em verdadeiros cristãos. E os índios foram cristianizados para se salvarem do inferno e perderam o paraíso. Tornaram-se doentes, alcoólatras, ladrões, assassinos, homossexuais, tarados e pedófilos e tudo o mais que um cristão pode ser. Por fim os índios foram escravizados e dizimados, mas é claro, em nome de Deus
Os cristãos construíram assim, no nosso continente, o inferno de Dant, justamente onde havia o paraíso, e expulsaram desse paraíso o próprio Deus, que amava e provia o povo nativo, sem cobrar dízimos, taxas de mantenedor ou colaborações extraordinárias, ou qualquer dinheirinho, seja lá para o que for
.
.
Deus realmente amava nossos índios, dava de tudo e não pedia nada. Já para os Cristãos, cobra muito caro!
Deve ser bronca pessoal, pois eles continuam os mesmos, sem os navios é verdade, mas com programas de televisão, o que talvez seja pior.
Deve ser bronca pessoal, pois eles continuam os mesmos, sem os navios é verdade, mas com programas de televisão, o que talvez seja pior.
Marcadores:
foto de cachorro,
historia,
religião
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Tunel do Tempo
fotos tiradas no camping de Ilha Bela, litoral norte do estado de São Paulo, Brasil.
Nesse tempo faziamos a viagem Bertioga/Ilha Bela, parte pela praia e parte pelos costões da serra, em estradas de terra. Era adrenalina pura.
If you want to be a bird wild blue yonder
Holy Modal Rounders
Não se falava em "Nova Ordem Mundial"e a "Ordem Geral" era : Pé na Estrada, Liberdade, Paz e Amor.
If you want to be a bird
Why don't you try a little flying
There's no denying
It gets you high
Why be shackled to your feet
When you've got wings
You haven't used yet
Don't wait for heaven
Get out and fly
Just glide there
Through the clear air
Making figure eights
Through the pearly gates
Where the soul and the universe meet
If you want to be a bird
It won't take much
To get you up there
But when you come down
Land on your feet
Off we go into the wild blue yonder
Flying high into the sun
Off they roar, zooming to meet our thunder
'Attaboy, give 'em the gun
Down we dive, spouting out flames from under
Off with one helluva roar
We live in fame, go down in flames
But nothing can stop the Army Air Corps
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Em Materia de Religião, Nada se Cria, Tudo é Copiado Descaradamente.
Depois de um transito infernal em São Paulo, nada como um dia de pescaria para esfriar a cabeça. Por aqui não tem transito a não ser em Janeiro e fevereiro. Um inferno! Mas a coisa também fica infernal, também, nos feriados, em que se abrem as portas das cadeias, . È quando o paraiso se tranforma em inferno, mas no resto dos dias, é só paz. Bom para pescar até na beira do mar.
Em Materia de Religião......
Veja o jeitinho e a falsidade que existe nas religiões nessa matéria ( do Estadão.com), postada em Dezembro de 2010.
Parece que a matéria deixa bem claro que, quem inventou o Marketing não foi a industria ou o comercio para vender mais, mas sim, os nossos velhos e conhecidos sacerdotes, que já no passado, se especializaram em enganar e tomar o dinheiro do crédulo cidadão, que temia a noite, a eclipse ou um simples trovão, sendo induzido a acreditar que tudo era coisa do Diabo.
Como essa velha ladainha já não andava arrecadando bem, eles estão prometendo a riqueza financeira e a felicidade material. Iates, carrões e mansões são muito fáceis de se conseguir, segundo eles, desde que você encha-lhes os bolsos, proporcionalmente, é claro, ao que você quer de Deus. Para grandes pedidos, muito dinheiro.
Tudo isso tem uma desculpa : trata-se de uma missão que Deus revelou (a eles) em um sonho, isto é, ter muitos programas de televisão, conhecidos como chamaris de almas ou melhor dizendo chamaris de dinheiro, de dimdim. Televisão custa e custa muito, dai então, em nome do Senhor, é só passar de Óleo de Peroba na cara e sair pedindo dinheiro, numa boa. Quanto mais almas mais grana. O negocio é moleza, uma mão na roda, ou mamão com açúcar, ou mamar numa teta bem gorda.
Provavelmente se você entrar nesse conto do sacerdote, achando que vai ficar rico, ou mesmo remediado, você vai sair de mãos vazias e com muita raiva.. A coisa é tão bem feita que não adianta reclamar no Procon por propaganda enganosa, que os espertalhões vão alegar que a culpa é toda sua, que não teve fé suficiente.
Taí uma boa explicação para o próprio governo dar para a pobreza. Já não é mais a falta de oportunidades, ou baixos salários, ou politicas educacionais ou de transporte ou de saúde ou de segurança, enfim, a pobreza de um povo saiu da esfera politica e passou para a esfera religiosa. Toda desgraça de um país resume-se agora, na falta de fé, e toda culpa fica nas costas do próprio povo.
Então se você não tem uma Ferrari ou uma Mercedes, um Iate, uma mansão, ou está desempregado, ou mora em barraco, ou é analfabeto, ou não tem Plano de Assistência Medica, vá reclamar com Deus e se você der bastante dinheiro para as " Obras do Senhor", você não só ira para o céu quando morrer, como ficará rico aqui na terra enquanto for vivo. Será mesmo?
Dai a César os impostos, dai a Igreja o dizimo abençoado(alem de outras como manutenção, compra de livros, CDs e Shows Gospel (do filho do sacerdote), seja sócio de Deus, cartão de credito, canal de TV etc) e depois quando a morte chegar pode ir até para o inferno, ou para o Céu, tanto faz, mas que fique bem longe, já que morto não paga nada e tem que desocupar o lugar para outro contribuinte tomar o lugar.
Para se ganhar uma alma nova (entenda-se dinheiro novo) vale tudo, até mesmo aderir à aquilo que se combate, como o paganismo, religião popular em época remota, que apesar de combatida a ferro e fogo, foi pouco a pouco copiada em quase tudo. Nem a árvore de natal escapou dos copiões religiosos, conforme explica o texto abaixo:
O símbolo pagão do Natal cristão
Uma enorme árvore de Natal foi erguida no início do mês no coração da Praça de São Pedro, no Vaticano. Mede 34 metros de altura e, como decoração, recebeu 3 mil bolas douradas e prateadas, 1.500 lâmpadas brancas e amarelas, faixas e fitas, além de uma estrela na ponta com luz intermitente. Tem 94 anos de idade, pesa cinco toneladas e, na verdade, é um pinheiro do gênero abier, conhecido por abeto ou abete, originário da Europa e da América do Norte, cultivado no Sudeste e Sul do Brasil para a fabricação do papel. Ficará o mês inteiro ali, sob as vistas do papa Bento XVI, que pode observá-la da janela do seu apartamento. Será desmontada depois do Dia de Reis, 6 de janeiro.
A Igreja Católica foi a última das religiões cristãs a aceitar a árvore como símbolo do Natal. Sua incorporação provocou discussões. Mas a demora tem motivo claro. Às vésperas do solstício de inverno ? quando o Sol atinge a maior distância angular em relação ao plano que passa pela linha do Equador ? os pagãos instalados no nordeste da Europa, sobretudo nos atuais territórios da Lituânia, Letônia e Estônia, iam aos bosques para cortar pinheiros e levá-los inteiros para casa. Enfeitavam-nos com guirlandas, ovos pintados e doces, mais ou menos como fazemos agora. A seguir, festejavam as colheitas do ano, com as quais enfrentariam os duros meses do frio, e adoravam seus deuses. A celebração ocorria em torno dos dias 22 e 23 de dezembro, período do solstício.
A Igreja Católica tentou acabar com essa cerimônia mágica, sem êxito inicial. Então, o papa Júlio I (337?352) teve uma ideia brilhante. Como era impossível fixar a data do nascimento de Jesus, pois nenhum dos 27 livros do Novo Testamento se refere ao fato, ordenou aos cristãos do século 4º que festejassem o Natal a 25 de dezembro. Tomou a decisão amparado em pistas fornecidas pelos textos sagrados, fazendo a celebração cristã ocupar o lugar da festa pagã.
Só a tradição da árvore resistiu, circunscrita aos territórios situados acima do Reno e mais tarde os cristãos capitularam a ela. Foi a população de Riga, capital da Letônia, que montou o primeiro pinheiro para o Natal, em 1510. Dali a tradição alcançou a Alemanha. Segundo Franco Busti e Laura Rapelli, no livro Festeggiamo il Natale (Edizioni Gribaudonatalinas". Na Inglaterra, a novidade chegou no século 17, quando o duque alemão Ernesto Augusto casou com Sofia, neta do rei Jaime II. Um dos filhos do casal subiu ao trono britânico com o nome de Jorge I e iniciou a casa real de Hannover, da qual fez parte a rainha Vitória, entusiasta da árvore de Natal.
Na convicção pagã, a árvore representava a vida por se enraizar no chão e projetar-se verticalmente. Faria uma ligação simbólica entre a terra e o céu. Hoje, segundo ressaltam os autores de Festeggiamo il Natale, as cores da decoração natalina têm para os católicos profundos significados. "O vermelho simboliza o amor, a paixão, mas também o sacrifício de Cristo", lembram. "O azul evoca o céu e o espírito, além de ser a cor do manto de Maria." O branco lembra a neve do inverno do Natal no Hemisfério Norte, assim como a pureza. O ouro, um dos presentes oferecidos pelos Reis Magos, traduz a sacralidade. O prata se refere à transformação do mundo e do homem pela fé cristã. Já o marrom do tronco evoca a madeira da cruz de Jesus, enquanto o verde representa a esperança de salvação. Na Polônia, um dos primeiros países católicos a adotar a árvore de Natal, a tradição ingressou por influência da Alemanha. Coincidentemente, o primeiro pinheiro na Praça de São Pedro foi mandado instalar em 1982 por João Paulo II, o papa polonês.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Cupim de Panela.
Essa árvore foi podada e a casinha do João de Barro foi destruída.
Não levou quatro dias e a casinha estava refeita. Macho e fêmea se revezavam na construção entre o apanhar do barro nos jardins próximos e o erguer as paredes.
Uma obra perfeita! A porta está voltada para o Sul, para aproveitar os vento mais fresco no verão, que sempre sopra dessa direção.
Cupim De Panela.
Ingredientes:
1 kg de cupim (maturado)
2 dentes de alho
1 pimentão
1 cebola em rodelas
alho e sal
pimenta do reino
Não levou quatro dias e a casinha estava refeita. Macho e fêmea se revezavam na construção entre o apanhar do barro nos jardins próximos e o erguer as paredes.
Uma obra perfeita! A porta está voltada para o Sul, para aproveitar os vento mais fresco no verão, que sempre sopra dessa direção.
Cupim De Panela.
Ingredientes:
1 kg de cupim (maturado)
2 dentes de alho
1 pimentão
1 cebola em rodelas
alho e sal
pimenta do reino
1 colher de sopa de óleo
1 colher de sopa de azeite
Modo de preparar:
Tempere a carne com o alho e sal, cominho e pimenta do reino.
Em uma panela (pressão),
frite o alho e reserve. Frite depois a carne no mesmo oléo até
ambos os lados ficarem selados ou dourados. Acrescente o alho frito e meio copo de agua
e cozinhe por meia hora. Fatie a carne e leve de volta ao fogo, acrescentando o pimentão e a cebola
Cozinhe até a carne amaciar, secando um pouco do caldo. Mexa para não queimar o fundo.
Experimente o sal. Sirva
O João de Barro, também, não teve duvidas e foi para o poste mais próximo e construiu
outra casinha em cima do reator.
A casa no inverno fica bem quentinha. Engenhosamente a porta, está voltada para o
Norte, evitando os ventos frios do Sul. Será que os animais já estão se adaptando às mudanças climaticas e
mudando de casa conforme a estação do ano?
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Berinjela a Calabresa
Nada como uma vista da praia, em um quiosque, tomando uma cerveja, comendo uma porção de batata frita ou de calabresa acebolada, claro que com muita conversa fiada. Lá no fundo da foto que a teleobjetiva foi buscar, está a perigosa barra de Itanhaém-SP, onde muito barco já afundou.
Berinjela á Calabresa
Essa berinjela é uma delicia, aliás não tem receita de berinjela que fique devendo alguma coisa. Sempre é bom.
Ingredientes:
01 cebola picada
2 ovos cozidos
iscas de queijo fresco
3 dentes de alho
1/2 linguiça calabresa cortada em iscas
2 berinjelas medias
sal e pimenta do reino
Modo de preparar:
Corte as berinjelas ao meio, no sentido do comprimento sem descasca-las. Passe sal no lado cortado e deixe descansar por 10 minutos.
Em uma panela grande o suficiente, com um pouco de agua coloque as berinjelas (lavadas sem o sal) com a casca virada par baixo, e ferva a agua aquecendo as berinjelas por 3 ou 4 minutos, para amolecer um pouco.
Escorra as berinjelas e tire a polpa com o auxilio de uma colher, tomando o cuidado de não danificar a casca.
Reserve a casca e pique a polpa.
Doure a cebola, a calabresa picada e o alho no óleo, depois junte a polpa picada tempere com sal e pimenta do reino. Refogue por uns 10 minutos.
Coloque as cascas de berinjela em uma forma e recheie-as com o refogado. Asse por uns 40 minutos. Por fim, depois de pronta, ainda quente, coloque os ovos cozidos fatiados e as iscas de queijo, enfeitando. Sirva quente.
Berinjela á Calabresa
Essa berinjela é uma delicia, aliás não tem receita de berinjela que fique devendo alguma coisa. Sempre é bom.
Ingredientes:
01 cebola picada
2 ovos cozidos
iscas de queijo fresco
3 dentes de alho
1/2 linguiça calabresa cortada em iscas
2 berinjelas medias
sal e pimenta do reino
Modo de preparar:
Corte as berinjelas ao meio, no sentido do comprimento sem descasca-las. Passe sal no lado cortado e deixe descansar por 10 minutos.
Em uma panela grande o suficiente, com um pouco de agua coloque as berinjelas (lavadas sem o sal) com a casca virada par baixo, e ferva a agua aquecendo as berinjelas por 3 ou 4 minutos, para amolecer um pouco.
Escorra as berinjelas e tire a polpa com o auxilio de uma colher, tomando o cuidado de não danificar a casca.
Reserve a casca e pique a polpa.
Doure a cebola, a calabresa picada e o alho no óleo, depois junte a polpa picada tempere com sal e pimenta do reino. Refogue por uns 10 minutos.
Coloque as cascas de berinjela em uma forma e recheie-as com o refogado. Asse por uns 40 minutos. Por fim, depois de pronta, ainda quente, coloque os ovos cozidos fatiados e as iscas de queijo, enfeitando. Sirva quente.
Marcadores:
culinária,
foto de praia,
receitas
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Repolho refogado.
Essa bike já passeou muito. Por duas vezes ela fez Itanhaém a Iguape numa pedalada só. Ela ainda está otima de pedalar, apesar dos quase 15 anos e sem reforma. Só precisa mesmo de uma pintura nova.
Repolho Refogado
Prato muito simples e muito gostoso, mas não é prato para gregos e troianos.
Não espere unanimidade, pois o repolho é muito discriminado, mas só tem fama.
Ingredientes:
1/2 repolho lavado e picado em tiras pequenas
2 tomates picados sem sementes
1 cebola picada (grande)
2 cabeças de alho picados
sal e pimenta do reino
Modo de preparar
Refogue a cebola no alho, e depois acrescente o tomate. quando tudo estiver refogado acrescente o sal e o repolho aos poucos. Deixe cozinhar por alguns minutos em fogo baixo, mexendo de vez em quando. O grande segredo está na pimenta do reino, que deve ser moída e espalhada sobre a panela, e está pronto. Acompanha bem carnes e até no churrasco faz sucesso.
Marcadores:
culinária,
foto de bicicleta,
receitas
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Lagarto de Panela na Cerveja
Ingredientes:
1 1/2 de lagarto
2 cebolas fatiadas
2 linguiças calabresa
4 dentes de alho esmagados
alho & sal a gosto
pimenta do reino a gosto
1 cerveja - 350ml
1 xícara de agua
200g de molho de tomate
Modo de preparar:
Tire o excesso de gordura da carne.
Introduza no seu interior diversos nacos de linguiça calabresa (abrindo diversos furos com um faca).
Passe alho e sal por toda carne e depois o alho esmagado e a pimenta do reino. Deixe descansar por pelo
menos 2 horas.
Em uma caçarola grande frite o lagarto até dourar e reserve na própria caçarola com a gordura.
Disponha as rodelas de cebola no fundo da panela de pressão, fazendo uma cama e deite por cima a carne juntamente com a gordura reservada.
Despeje por cima a cerveja, a xícara de agua, o molho de tomate e o restante da linguiça, cortado em nacos . Deixe no fogo baixo por 30 minutos a contar do momento que a panela começar a chiar. Com a carne pronta é só fatiar e servir com o molho que ficou na panela. Caso deseje engrossar o molho, deixe-o no fogo por mais algum tempo.
1 1/2 de lagarto
2 cebolas fatiadas
2 linguiças calabresa
4 dentes de alho esmagados
alho & sal a gosto
pimenta do reino a gosto
1 cerveja - 350ml
1 xícara de agua
200g de molho de tomate
Modo de preparar:
Tire o excesso de gordura da carne.
Introduza no seu interior diversos nacos de linguiça calabresa (abrindo diversos furos com um faca).
Passe alho e sal por toda carne e depois o alho esmagado e a pimenta do reino. Deixe descansar por pelo
menos 2 horas.
Em uma caçarola grande frite o lagarto até dourar e reserve na própria caçarola com a gordura.
Disponha as rodelas de cebola no fundo da panela de pressão, fazendo uma cama e deite por cima a carne juntamente com a gordura reservada.
Despeje por cima a cerveja, a xícara de agua, o molho de tomate e o restante da linguiça, cortado em nacos . Deixe no fogo baixo por 30 minutos a contar do momento que a panela começar a chiar. Com a carne pronta é só fatiar e servir com o molho que ficou na panela. Caso deseje engrossar o molho, deixe-o no fogo por mais algum tempo.
domingo, 4 de julho de 2010
Abobrinha Refogada.
Todo mundo vira a cara para a pobre Abobrinha, que na gíria passou a ser coisa sem importância, mas quando vai para a mesa não sobra nada e todo mundo elogia.
ingredientes:
1 abobrinha tipo italiana cortada em cubos
1/2 linguiça calabresa picada
1 cebola picada
1 tomate picado
3 dentes de alho picados
sal a gosto
pimenta do reino a gosto
1 colher de chá de coloral
1 pitada de cominho
modo de preparar:
Em uma caçarola pequena com um fio de azeite, frite a calabresa junto com o alho, acrescente a cebola, depois o tomate e refogue. junte a abobrinha e os temperos e um pouco de agua quente, até cobrir. Deixe em fogo baixo até a abobrinha ficar macia. Prove o sal e está pronto.
Essa receita é muito boa mesmo! Confira.
ingredientes:
1 abobrinha tipo italiana cortada em cubos
1/2 linguiça calabresa picada
1 cebola picada
1 tomate picado
3 dentes de alho picados
sal a gosto
pimenta do reino a gosto
1 colher de chá de coloral
1 pitada de cominho
modo de preparar:
Em uma caçarola pequena com um fio de azeite, frite a calabresa junto com o alho, acrescente a cebola, depois o tomate e refogue. junte a abobrinha e os temperos e um pouco de agua quente, até cobrir. Deixe em fogo baixo até a abobrinha ficar macia. Prove o sal e está pronto.
Essa receita é muito boa mesmo! Confira.
Panelinha religiosa na seleção brasileira, lá na Àfrica. Lamentável !
Ter um jardim em casa é mesmo um sonho, mesmo considerando o trabalhão que dá. Junte-se ao jardim um cachorro, e a confusão está formada.
Mas o resultado é compensador e todos os dias tem flor nova, uma mais colorida que a outra. É sentar e apreciar.
Panelinha Religiosa
Panelinha religiosa, pode ser um dos motivos do fiasco da seleção na África. É o que podemos concluir nessa matéria abaixo, postada na Folha.com, onde se lê que o auxiliar técnico e pelo jeito o todo poderoso na seleção montava uma panela evangélica, contratando ou indicando profissionais, segundo um critério religioso pessoal. A matéria na integra está abaixo:
Panelinha Religiosa
Panelinha religiosa, pode ser um dos motivos do fiasco da seleção na África. É o que podemos concluir nessa matéria abaixo, postada na Folha.com, onde se lê que o auxiliar técnico e pelo jeito o todo poderoso na seleção montava uma panela evangélica, contratando ou indicando profissionais, segundo um critério religioso pessoal. A matéria na integra está abaixo:
Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.
Esse foi o sentimento de alguns jogadores da seleção com relação ao auxiliar técnico Jorginho. Braço direito de Dunga na seleção brasileira, ele pregou durante o Mundial que a equipe deveria ficar isolada dentro de um hotel em um condomínio sofisticado de Johannesburgo.
Ele também decidiu pelo fim das folgas para os jogadores durante a Copa-2010. Com Dunga, forjou no grupo que os parentes dos atletas deveriam ficar no Brasil para evitar que o time "perdesse o foco" no torneio.
Alegavam que os jogadores poderiam se desconcentrar do Mundial com os familiares na principal metrópole da África do Sul, cidade com índices de violência superior aos piores vistos no Brasil.
Apesar do discurso de reclusão, Jorginho fez o contrário. Desde o primeiro dia da Copa sul-africana, sua mulher e seus filhos estavam em Johannesburgo. O fato só foi descoberto mais tarde pelos jogadores, que se sentiram traídos pelo auxiliar técnico.
A partir daí, Jorginho foi perdendo o poder no grupo.
O ex-lateral direito, campeão mundial em 1994, também desagradou aos dirigentes. Ele era um dos líderes da ala religiosa da seleção. Jorginho aparelhou a delegação brasileira de evangélicos.
Ele foi o responsável pela contratação de Marcelo Cabo para ser "espião" de Dunga no Mundial. Desconhecido no futebol, Cabo dividia com Taffarel, escolhido por Dunga, a função de observar os rivais do time nacional.
Amigo de Jorginho de igreja, ele só trabalhou em clubes pequenos do futebol, como o Bonsucesso, o Bangu e o desconhecido Atlético de Tubarão (SC). O ponto alto da carreira dele foi ter sido auxiliar técnico de Marcelo Paquetá na seleção da Arábia Saudita, em 2002. No Oriente Médio, treinou times locais.
Jorginho influiu até na escolha dos seguranças da seleção. Um deles foi colocado no posto por ser evangélico.
O auxiliar técnico de Dunga comandava também na seleção as sessões de oração. Um pastor frequentava a concentração para rezar com os jogadores. Lúcio, Josué, Felipe Melo e Luisão eram os atletas mais participativos.
Frequentador da Igreja Congregacional da Barra da Tijuca, Jorginho participa dos cultos quando está no Rio e habitualmente confunde futebol com religião.
No início da carreira como treinador, tentou trocar a mascote do América carioca em 2005. O símbolo do clube é um diabo. Segundo Jorginho, a mascote era uma das responsáveis pela má fase do time --o último título estadual do América foi em 1960.
Ele queria substituir o diabo por uma fênix. A proposta, no entanto, acabou recusada por dirigentes e torcedores do clube.
Marcadores:
foto de hibisco dobrado,
religião
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Hiroshima e Nagasaki..........
Presidente Harry Truman, responsável pela ordem de despejar as bombas atomicas sobre o Japão, quando a guerra já estava praticamente ganha, ou seja sem necessidade de queimar vidas e vidas de inocentes.
Era uma questão de alguns dias para a rendição do Japão.
Fotografia da tripulação do Enola Gay que ficaria marcada para o mundo civilizado, como a triste lembrança de um ato de destruição de tamanha violência, que só é comparável com a "Ira de Deus"contra a Humanidade, quando também destruiu duas cidades; Sodoma e Gomorra, onde também com certeza morreram milhares de inocentes.
Era uma questão de alguns dias para a rendição do Japão.
Fotografia da tripulação do Enola Gay que ficaria marcada para o mundo civilizado, como a triste lembrança de um ato de destruição de tamanha violência, que só é comparável com a "Ira de Deus"contra a Humanidade, quando também destruiu duas cidades; Sodoma e Gomorra, onde também com certeza morreram milhares de inocentes.
Nagasaki, 6 de Agosto de 1945 – Hiroshima, 9 de Agosto de 1945; dias de infâmia, de indignação e de tristeza, datas e eventos que tentam esconder a todo custo, tentado riscar esse passado dos livros escolares, dos filmes e de nossas mentes. Enquanto isso os perigos do arsenais atómicos de meia dúzia de países, continuam despercebidos e ninguém sofre pressão para se desarmar. Só mesmo os desarmados sofrem pressão para não se armarem.
Foi no dia 6 de Agosto de 1945, que os norte-americanos, lançaram em Nagasaki, a bomba chamada carinhosamente pelos americanos de “fan man”. Lançada de de um avião B-29 levou a vida 70 mil inocentes, de uma só vez no instante de sua explosão. Nagasaki não era um alvo militar para os norte- americanos, mas sim um alvo civil. Mataram crianças, velhos, trabalhadores, enfim mataram só civis inocentes e desarmados, alegando posteriormente que era para abreviar a guerra.
Mas não se deram por satisfeitos, e no dia 9 do mesmo mês, o alvo foi a cidade de Hiroshima, dessa vez foi a bomba que eles apelidaram de “litle boy”, que matou 80 mil inocentes de uma tacada só. Em dois dias mataram 150 mil inocentes, e agradeceram a Deus por terem uma bomba tão destruidora; e oraram nas suas igrejas pelo poder que Deus havia enviado a eles. Na mente do povo americano, a morte 150 mil vidas de inocentes (japoneses) valia o fim da guerra, para trazer de volta os soldados americanos, pelo menos assim foi argumentado depois da guerra. Mas esse argumento era apenas um engano; um engodo, um truque, uma vergonhosa mentira.
Na verdade os alvos civis foram escolhidos, como se apurou mais tarde, para acabar com a industria japonesa, para que no pós guerra, não houvesse concorrência com a industria americana naquela região, estão dominada pelo Japão, região que aliás, os norte-americanos já estavam desde antes da guerra, tentando dominar economicamente e literalmente provocando os japoneses para a guerra.
O holocausto de Hiroshima e Nagasaki, foi sem duvida, na historia dos povos, o maior atentado contra a humanidade, perdendo talvez só para o Diluvio de Jeová, tal foi a amplitude desse ataque covarde ao Japão que foi o único pais até hoje atacado com armas atómicas, pelo menos por enquanto, já que os arsenais atómicos ainda estão disponíveis para um seleto grupo de países belicosos, que um dia certamente farão uso dessas armas.
È notória a tentativa desse paises em tentar fazer com que a questão de Hiroshima e Nagasaki seja esquecida, principalmente por parte dos norte-americanos. O sacrifício judeu na Alemanha nazista não é esquecido, mas o sacrifício de Hiroshima e Nagasaki, que foi igualmente cruel, mas numa amplitute infinitamente superior, já que foi em apenas duas bombas, nem se toca no assunto.
Os dias 6 e 9 de Agosto de 1945, não podem ser esquecidos pelo mundo, pois representam o dia da infâmia, o dia que não deveria ter existido, mas existiu. Mataram indiscriminadamente nos hospitais, asilos, escolas, lares, industrias, comercio, igrejas e quase nada nos quarteis.
Se você não tem por quem orar, ore por Hiroshima e Nagasaki; se você tem por quem orar, inclua também Hiroshima e Nagasaki; peça na igreja perto de sua casa ou do seu escritório, uma missa por Hiroshima e Nagasaki, mesmo que você seja ateu, peça uma missa, pois isso é um ato politico. De manhã ao acordar, grite: Hiroshima e Nagasaki. Depois de escrever um texto escolar, um artigo para um jornal, ou mesmo um livro sobre matemática, não deixe de escrever na margem, Hiroshima e Nagasaki.
Só assim poderemos lembra-los do que fizeram, para não que não façam de novo.
PS : Na foto vemos o euforico Harry Truman, presidente norte americano, responsável pela ordem de despejar as bombas atómicas sobre os japoneses.
HN
HN
Patinho branco desopilou em: Itanhaém, 24 de Junho de 2010.
sábado, 12 de junho de 2010
Porpeta.
Essa é uma Caloi 10, que com o tempo ficou sem o cambio e com guidão alto
virando uma "caiçara", muito boa para andar em locais planos. As rodas são de
aluminio com os cubos originais. Os raios são de inox e o pedivela e a mesa do
guidão são ainda originais. As ferraduras apesar de não serem originais são muito
bonitas e também são de alumínio. A catraca é de 20 dentes.
Porpeta
Ingredientes:
de 500 a 800g de carne moída
1 ovo
1 cebola picada
cheiro-verde a gosto
sal a gosto
25g de queijo ralado
1 pãozinho amanhecido
pimenta do reino a gosto
óleo qtb
farinha de trigo qtb
Modo de Preparo:
Em uma tigela misturar todos os ingredientes até ficar bem homogênea a massa . Fazer
do tamanho de um ovo de galinha (dos pequenos) e passar na farinha de trigo. Fritar em
uma panela pequena e óleo quente.
Frite o suficiente para a porpeta não ficar crua por dentro. Está pronto é só servir.
Porpeta ao molho de tomate:
Você pode também, acrescentar molho de tomate, neste caso, voçẽ pode fritar um pouco
menos a porpeta. O molho é aquele mesmo que usamos para a macarronada.
Coloque as porpetas em uma caçarola grande, cubra com o molho e deixe no fogo por uns 15
minutos. Pronto. Sirva com arroz branco ou com o macarrão de sua preferência.
virando uma "caiçara", muito boa para andar em locais planos. As rodas são de
aluminio com os cubos originais. Os raios são de inox e o pedivela e a mesa do
guidão são ainda originais. As ferraduras apesar de não serem originais são muito
bonitas e também são de alumínio. A catraca é de 20 dentes.
Porpeta
Ingredientes:
de 500 a 800g de carne moída
1 ovo
1 cebola picada
cheiro-verde a gosto
sal a gosto
25g de queijo ralado
1 pãozinho amanhecido
pimenta do reino a gosto
óleo qtb
farinha de trigo qtb
Modo de Preparo:
Em uma tigela misturar todos os ingredientes até ficar bem homogênea a massa . Fazer
do tamanho de um ovo de galinha (dos pequenos) e passar na farinha de trigo. Fritar em
uma panela pequena e óleo quente.
Frite o suficiente para a porpeta não ficar crua por dentro. Está pronto é só servir.
Porpeta ao molho de tomate:
Você pode também, acrescentar molho de tomate, neste caso, voçẽ pode fritar um pouco
menos a porpeta. O molho é aquele mesmo que usamos para a macarronada.
Coloque as porpetas em uma caçarola grande, cubra com o molho e deixe no fogo por uns 15
minutos. Pronto. Sirva com arroz branco ou com o macarrão de sua preferência.
Marcadores:
culinária,
foto de bicicleta,
receitas
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Lazanha de Berinjela.
Ingredientes:
2 berinjelas medias em fatias finas
2 molho de tomates
300 g de presunto (ou peito de peru, ou frios da sua preferência)
300 g de muçarela
3 tomate em fatias finas
2 cebolas em fatias finas
orégano a gosto
salsinha e cebolinha a gosto
pimenta do reino a gosto
sal a gosto
50 g de queijo ralado
Modo de preparar:
Corte as berinjelas em fatias finas e deixe por 20 minutos em uma vasilha com água e 1 colher de sopa de sal.
Passado esse tempo escorra e lave para tirar o sal. Em uma travessa ou de alumínio ou marinex, adicione no fundo uma camada de molho de tomates, acrescente uma camada de berinjela e por cima coloque uma camada de cebolas em rodelas.
Sempre que colocar uma camada de berinjela, espalhe por cima um pouco de sal, orégano e pimenta do reino. Coloque agora uma camada de presunto e por cima outra camada de molho de tomates.
Faça agora uma camada de tomates e cubra com as fatias de moçarela, coloque outra camada de berinjela em fatias e assim por diante.
Cubra com papel alumínio e leve ao forno quente por 50 minutos. Retire do forno e acrescente por fim na travessa, uma camada de muçarela. Salpique por cima o queijo ralado, salsinha, cebolinha e o orégano.
domingo, 23 de maio de 2010
Castro Alves
Pedalar é muito bom. Essa eu ganhei de aniversario.
Vozes d'Africa ainda emociona; é como se falasse sobre o Brasil de hoje, basta trocar os negros escravos pelo povo brasileiro. Bem que poderíamos chamar esse poema de VOZES do BRASIL. Um país que tem Bolsa Família e Pró- Une que tem também, Bolsa Bandido, Aposentadoria da Guerrilha, e que vai ter Bolsa futebol, mas que dá para seu povo uma aposentadoria sacaneada e o Lulalá diz que não sabe de nada. Não viu nada e desconhece o assunto , mesmo de baixo de suas barbas, a exemplo do mensalão dos irmãos PTralhas, onde ele é o chefe. O país tem o Sistema de Saúde Publica, provavelmente, o mais ridículo e enganador das Américas, para não falar do mundo. Igualmente na Educação Publica que aliás podemos chamar de Deseducação Publica, assim como a Dessegurança Publica, o Destransporte Publico e etc. Tudo isso junto tem um só nome: Desrespeito Publico. Taí um bom mistério para o JUDASLÁ abrir em seu desgoverno.
Vozes d'África
Mas eu, Senhor!... Eu triste abandonada
Em meio das areias esgarrada,
Perdida marcho em vão!
Se choro... bebe o pranto a areia ardente;
talvez... p'ra que meu pranto, ó Deus clemente!
Não descubras no chão...
E nem tenho uma sombra de floresta...
Para cobrir-me nem um templo resta
No solo abrasador...
Quando subo às Pirâmides do Egito
Embalde aos quatro céus chorando grito:
Vozes d'Africa ainda emociona; é como se falasse sobre o Brasil de hoje, basta trocar os negros escravos pelo povo brasileiro. Bem que poderíamos chamar esse poema de VOZES do BRASIL. Um país que tem Bolsa Família e Pró- Une que tem também, Bolsa Bandido, Aposentadoria da Guerrilha, e que vai ter Bolsa futebol, mas que dá para seu povo uma aposentadoria sacaneada e o Lulalá diz que não sabe de nada. Não viu nada e desconhece o assunto , mesmo de baixo de suas barbas, a exemplo do mensalão dos irmãos PTralhas, onde ele é o chefe. O país tem o Sistema de Saúde Publica, provavelmente, o mais ridículo e enganador das Américas, para não falar do mundo. Igualmente na Educação Publica que aliás podemos chamar de Deseducação Publica, assim como a Dessegurança Publica, o Destransporte Publico e etc. Tudo isso junto tem um só nome: Desrespeito Publico. Taí um bom mistério para o JUDASLÁ abrir em seu desgoverno.
Vozes d'África
Deus! ó Deus! onde estás que não respondes?
Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes
Embuçado nos céus?
Em que mundo, em qu'estrela tu t'escondes
Embuçado nos céus?
Há dois mil anos te mandei meu grito,
Que embalde desde então corre o infinito...
Onde estás, Senhor Deus?...
Que embalde desde então corre o infinito...
Onde estás, Senhor Deus?...
Qual Prometeu tu me amarraste um dia
Do deserto na rubra penedia
- Infinito: galé! ...
Do deserto na rubra penedia
- Infinito: galé! ...
Por abutre - me deste o sol candente,
E a terra de Suez - foi a corrente
Que me ligaste ao pé...
O cavalo estafado do Beduíno
Sob a vergasta tomba ressupino
E morre no areal.
E a terra de Suez - foi a corrente
Que me ligaste ao pé...
O cavalo estafado do Beduíno
Sob a vergasta tomba ressupino
E morre no areal.
Minha garupa sangra, a dor poreja,
Quando o chicote do simoun dardeja
O teu braço eternal.
Minhas irmãs são belas, são ditosas...
Dorme a Ásia nas sombras voluptuosas
Dos haréns do Sultão.
Quando o chicote do simoun dardeja
O teu braço eternal.
Minhas irmãs são belas, são ditosas...
Dorme a Ásia nas sombras voluptuosas
Dos haréns do Sultão.
Ou no dorso dos brancos elefantes
Embala-se coberta de brilhantes
Nas plagas do Hindustão.
Embala-se coberta de brilhantes
Nas plagas do Hindustão.
Por tenda tem os cimos do Himalaia...
Ganges amoroso beija a praia
Coberta de corais ...
A brisa de Misora o céu inflama;
Ganges amoroso beija a praia
Coberta de corais ...
A brisa de Misora o céu inflama;
E ela dorme nos templos do Deus Brama,
- Pagodes colossais...
A Europa é sempre Europa, a gloriosa! ...
A mulher deslumbrante e caprichosa,
Rainha e cortesã.
- Pagodes colossais...
A Europa é sempre Europa, a gloriosa! ...
A mulher deslumbrante e caprichosa,
Rainha e cortesã.
Artista - corta o mármor de Carrara;
Poetisa - tange os hinos de Ferrara,
No glorioso afã! ...
Sempre a láurea lhe cabe no litígio...
Ora uma c'roa, ora o barrete frígio
Enflora-lhe a cerviz.
Universo após ela - doudo amante
Segue cativo o passo delirante
Da grande meretriz.
Poetisa - tange os hinos de Ferrara,
No glorioso afã! ...
Sempre a láurea lhe cabe no litígio...
Ora uma c'roa, ora o barrete frígio
Enflora-lhe a cerviz.
Universo após ela - doudo amante
Segue cativo o passo delirante
Da grande meretriz.
Mas eu, Senhor!... Eu triste abandonada
Em meio das areias esgarrada,
Perdida marcho em vão!
Se choro... bebe o pranto a areia ardente;
talvez... p'ra que meu pranto, ó Deus clemente!
Não descubras no chão...
E nem tenho uma sombra de floresta...
Para cobrir-me nem um templo resta
No solo abrasador...
Quando subo às Pirâmides do Egito
Embalde aos quatro céus chorando grito:
"Abriga-me, Senhor!..."
Como o profeta em cinza a fronte envolve,
Velo a cabeça no areal que volve
O siroco feroz...
Quando eu passo no Saara amortalhada...
Ai! dizem: "Lá vai África embuçada
No seu branco albornoz. . . "
Nem vêem que o deserto é meu sudário,
Que o silêncio campeia solitário
Por sobre o peito meu.
Velo a cabeça no areal que volve
O siroco feroz...
Quando eu passo no Saara amortalhada...
Ai! dizem: "Lá vai África embuçada
No seu branco albornoz. . . "
Nem vêem que o deserto é meu sudário,
Que o silêncio campeia solitário
Por sobre o peito meu.
Lá no solo onde o cardo apenas medra
Boceja a Esfinge colossal de pedra
Fitando o morno céu.
De Tebas nas colunas derrocadas
As cegonhas espiam debruçadas
O horizonte sem fim ...
Onde branqueia a caravana errante,
E o camelo monótono, arquejante
Que desce de Efraim
Não basta inda de dor, ó Deus terrível?!
É, pois, teu peito eterno, inexaurível
De vingança e rancor?...
E que é que fiz, Senhor? que torvo crime
Eu cometi jamais que assim me oprime
Teu gládio vingador?!
Foi depois do dilúvio... um viadante,
Negro, sombrio, pálido, arquejante,
Descia do Arará...
E eu disse ao peregrino fulminado:
"Cão! ... serás meu esposo bem-amado...
Boceja a Esfinge colossal de pedra
Fitando o morno céu.
De Tebas nas colunas derrocadas
As cegonhas espiam debruçadas
O horizonte sem fim ...
Onde branqueia a caravana errante,
E o camelo monótono, arquejante
Que desce de Efraim
Não basta inda de dor, ó Deus terrível?!
É, pois, teu peito eterno, inexaurível
De vingança e rancor?...
E que é que fiz, Senhor? que torvo crime
Eu cometi jamais que assim me oprime
Teu gládio vingador?!
Foi depois do dilúvio... um viadante,
Negro, sombrio, pálido, arquejante,
Descia do Arará...
E eu disse ao peregrino fulminado:
"Cão! ... serás meu esposo bem-amado...
- Serei tua Eloá. . . "
Desde este dia o vento da desgraça
Por meus cabelos ululando passa
O anátema cruel.
As tribos erram do areal nas vagas,
E o Nômada faminto corta as plagas
No rápido corcel.
Vi a ciência desertar do Egito...
Vi meu povo seguir - Judeu maldito -
Trilho de perdição.
Depois vi minha prole desgraçada
Pelas garras d'Europa - arrebatada -
Amestrado falcão! ...
Por meus cabelos ululando passa
O anátema cruel.
As tribos erram do areal nas vagas,
E o Nômada faminto corta as plagas
No rápido corcel.
Vi a ciência desertar do Egito...
Vi meu povo seguir - Judeu maldito -
Trilho de perdição.
Depois vi minha prole desgraçada
Pelas garras d'Europa - arrebatada -
Amestrado falcão! ...
Cristo! embalde morreste sobre um monte
Teu sangue não lavou de minha fronte
A mancha original.
Ainda hoje são, por fado adverso,
Meus filhos - alimária do universo,
Eu - pasto universal...
Teu sangue não lavou de minha fronte
A mancha original.
Ainda hoje são, por fado adverso,
Meus filhos - alimária do universo,
Eu - pasto universal...
Hoje em meu sangue a América se nutre
Condor que transformara-se em abutre,
Ave da escravidão,
Ela juntou-se às mais... irmã traidora
Qual de José os vis irmãos outrora
Venderam seu irmão.
Condor que transformara-se em abutre,
Ave da escravidão,
Ela juntou-se às mais... irmã traidora
Qual de José os vis irmãos outrora
Venderam seu irmão.
Basta, Senhor! De teu potente braço
Role através dos astros e do espaço
Perdão p'ra os crimes meus!
Há dois mil anos eu soluço um grito...
escuta o brado meu lá no infinito,
Meu Deus! Senhor, meu Deus!!...
Role através dos astros e do espaço
Perdão p'ra os crimes meus!
Há dois mil anos eu soluço um grito...
escuta o brado meu lá no infinito,
Meu Deus! Senhor, meu Deus!!...
Marcadores:
foto de bicicleta,
literatura,
política
domingo, 16 de maio de 2010
Mistura de Futebol e Religião Não Dá Samba
O dia estava quente e a praia maravilhosa. Vejam que praia limpa!
Não era dia de turistas, era segunda feira, dia que quase todo mundo
está trabalhando.
Esse é o único dia da semana que o ser humano não consegue encher
o saco do próximo, pois está muito ocupado com o próprio saco.
Mistura De Futebol E Religião Não Dá Samba.
Meninos da Vila se recusam a participar de ação beneficente
Noticia da Folha de S.Paulo.
O que era para ser um gesto de caridade virou uma saia justa para os meninos da Vila.
Trinta e quatro pessoas, incluindo crianças e adolescentes, a maioria com paralisia cerebral, aguardavam ontem a chegada do elenco santista, que faria a doação de ovos de páscoa no Lar Espírita Mensageiros da Luz, em Santos.
Ocorre que boa parte dos atletas --incluindo os mais badalados e aguardados, como Neymar, Robinho e Ganso-- não saiu do ônibus. O aparente motivo do levante foi religioso: a instituição beneficente segue a doutrina espírita.
Ganso chegou com seu próprio carro e, antes de entrar no local, foi chamado pelos colegas que estavam no ônibus (eles gritaram e bateram nas janelas). Ganso entrou no ônibus, onde também estavam Fábio Costa, Durval, Léo, Marquinhos e André, e não saiu mais.
Visivelmente constrangido, o técnico Dorival Jr. tentou convencer o grupo a participar da ação de caridade. Depois disse aos jornalistas que sabia que alguns atletas se recusariam a entrar no local, mas negou que o motivo fosse religioso.
O presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro foi até o ônibus e conversou com os atletas. "Falei para eles [jogadores] que encontrariam cenas fortes no local. Há pessoas que não se sentem bem com isso. Acho normal cada um fazer o que bem entender. Eu não conhecia a casa, mas o Santos tem que provar que não é apenas um time de futebol", disse.
Posteriormente, o Santos informou que os jogadores não entraram no local simplesmente porque não quiseram.
Dentro da instituição, os jogadores que participaram da doação dos 600 ovos, entre eles Felipe, Edu Dracena, Arouca, Pará e Wesley, conversaram e brincaram com as crianças. Os ovos foram doados por um patrocinador do clube.
No início do ano, logo que assumiu o clube, a diretoria elaborou cartilha de conduta aos atletas. Entre os tópicos está a proibição de manifestações religiosas com a camisa do time.
O Santos enfrenta o São Caetano domingo, às 18h30, fora de casa. Uma vitória garante ao time a liderança consolidada na primeira fase do Campeonato Paulista. Pela Copa do Br
asil, o Santos enfrentará o Guarani, que eliminou o Fortaleza. O jogo de ida será na Vila Belmiro, no dia 14.
Intolerância Religiosa em Escola Pública
Intolerância Religiosa em Escola Publica.
Uma professora de escola pública, umbandista, foi proibida de lecionar sobre a África aos seus alunos. Por quê? Por que a diretora, evangélica, e os pais de alunos evangélicos acham ruim que ela tenha dado uma aula sobre um livro de umbandismo.
Maria Cristina Marques, professora de Literatura Brasileira da Escola Municipal Pedro Adami, em Macaé – RJ, tentou lecionar sobre o livro “Lendas de Exú”, de Adilson Martins — que é uma obra recomendada pelo Ministério da Educação. Diz ela, em notícia-crime ao Ministério Público, que ela teria sido proibida pela diretora da escola, Mery Lice da Silva Oliveira, evangélica da Igreja Batista, de lecionar naquela unidade.
Depois do episódio, ela chegou a ser ameaçada pelas mães de alunos evangélicas a não dar mais aula sobre a África.
“Acusam-me de dar aula de religião. Não é verdade. No livro ‘Lendas de Exu’, de Adilson Martins, há histórias interessantes, são ótimas para trabalhar com os alunos. Li os contos, como se fosse uma contadora de histórias, dramatizando cada uma delas. Praticamos Gramática, e os alunos ilustraram as histórias de acordo com a imaginação deles. Não dá para entender por que fui tão humilhada. Até mães de alunos, evangélicas, me proibiram de falar sobre a África”.
Maria Cristina Marques, professora, 48 anos
Acho questionável ensinar um livro de umbanda numa sala de aula pública, mas sendo homologado pelo Ministério da Cultura é até aceitável. Não gostei mesmo foi das atitudes dos evangélicos nesse caso. Ô povinho desgraçado quem vê o diabo em todo lugar!
Notícia do O Dia Online, Visto no Tales of the Wasted.
Uma professora de escola pública, umbandista, foi proibida de lecionar sobre a África aos seus alunos. Por quê? Por que a diretora, evangélica, e os pais de alunos evangélicos acham ruim que ela tenha dado uma aula sobre um livro de umbandismo.
Maria Cristina Marques, professora de Literatura Brasileira da Escola Municipal Pedro Adami, em Macaé – RJ, tentou lecionar sobre o livro “Lendas de Exú”, de Adilson Martins — que é uma obra recomendada pelo Ministério da Educação. Diz ela, em notícia-crime ao Ministério Público, que ela teria sido proibida pela diretora da escola, Mery Lice da Silva Oliveira, evangélica da Igreja Batista, de lecionar naquela unidade.
Depois do episódio, ela chegou a ser ameaçada pelas mães de alunos evangélicas a não dar mais aula sobre a África.
“Acusam-me de dar aula de religião. Não é verdade. No livro ‘Lendas de Exu’, de Adilson Martins, há histórias interessantes, são ótimas para trabalhar com os alunos. Li os contos, como se fosse uma contadora de histórias, dramatizando cada uma delas. Praticamos Gramática, e os alunos ilustraram as histórias de acordo com a imaginação deles. Não dá para entender por que fui tão humilhada. Até mães de alunos, evangélicas, me proibiram de falar sobre a África”.
Maria Cristina Marques, professora, 48 anos
Acho questionável ensinar um livro de umbanda numa sala de aula pública, mas sendo homologado pelo Ministério da Cultura é até aceitável. Não gostei mesmo foi das atitudes dos evangélicos nesse caso. Ô povinho desgraçado quem vê o diabo em todo lugar!
Notícia do O Dia Online, Visto no Tales of the Wasted.
sábado, 15 de maio de 2010
Sacrificio de Sangue, para Justificar os Novos Tempos.
Como já dizia o nosso poetinha Vinicius de Moraes: beleza é fundamental.
Só nasce uma vez por ano, bem no fim da primavera, já quase inicio do verão. Sua beleza é de causar emoção nas pessoas com "sensibilidade humana", coisa sempre rara, especialmente nos seres humanos.
Sacrifício de sangue, para justificar os novos tempos.
Quando eu era criança lá pelos anos 50, a vida era muito simples, não existiam tantas coisas estranhas como hoje, que , para quem nasceu nos anos 80 ou 90 como meus filhos, tudo é normal. Mas não é.
O lixo era recolhido por carroções puxados por burros, os ônibus não andavam lotados feitos lata de sardinha e ainda se levava os sapatos para fazer meia sola ou sola inteira, já que a durabilidade de um calçado, naquela época, era muito grande. Ainda engatinhava a implantação da sociedade de consumo; todos os produtos eram duráveis.
Na escola fazíamos fila para entrar nas salas de aula, mas não sem antes cantar Hino Nacional, em formação militar lá no pátio, acompanhados por um professor de musica.. Naquela época, diferentemente dos dias de hoje, o amor à pátria era fundamental na formação dos jovens, alem do respeito ás forças armadas. Eram brasileiros que davam a vida pelo país e que assim o fizeram na segunda grande guerra, contra os nazistas, que queriam dominar o mundo e implantar uma ditadura, um governo único para todos os países, como foi o Império Romano no passado.
Chamávamos a professora, por professora mesmo, e não falávamos durante as aulas senão a bronca era grande, chegávamos a ir para a diretoria onde passavam um pito maior ainda. Briga no pátio ou desrespeito a autoridade do professor então, nem pensar. O pátio da escola era varrido todos os dias, as paredes não eram pichadas, pois nem se imaginava tal coisa, que se acontecesse seria o fim do mundo.
Lembro-me bem quando roubaram o radio da casa de uma vizinha lá na vila onde eu morava, foi um sururu danado, roubo era coisa muito pouco comum naqueles tempos. Os muros das casas eram baixos, as vezes apenas para demarcar a calçada, tudo ajardinado com muito cuidado, mesmo nas casas mais humildes. As janelas sempre abertas, protegidas apenas por cortinas leves que esvoaçavam com o vento, denunciando o interior das casas, daí roubaram o radio pela janela. Ninguém se preocupava com essas coisas, se alguém dissesse que num futuro próximo só o fato de sair de casa para ir ao trabalho, se correria o risco de ser assaltado e ainda a mão armada, ninguém acreditaria.
e a policia deixaria?
Essa seria a primeira pergunta que fariam, pois naqueles tempos a policia era temida pelos bandidos e respeitada pela população. Quando o bandido ia preso, ia preso mesmo ; não haviam tantas leis para soltar bandido, o normal era ter-se leis que prendiam bandidos. Nem passava pela cabeça de alguém que, bandido era vitima social, com direitos e tudo mais; que a vitima, sequer poderia se defender, pois nem arma essa vitima poderia ter e se tivesse e a usa-se, para se defender, estaria cometendo um crime e poderia ir preso no lugar do ladrão.
Quantas vezes no final de semana, meu pai me levava pela várzea de da cidade para jogar futebol. Cada vila ou bairro tinha um time, ou dois, e era um verdadeiro festival de futebol, as vezes em um mesmo local tinha 6,7, ou ate mais, campos de futebol. Todos os campos com jogos dos diversos torneios e cheios de espectadores, normalmente familiares, amigos, vizinhos, enfim todo mundo ia para as ruas, para os clubes, para a várzea, pescar nos rios ainda não poluídos, e nas represas.
Haviam muitos clubes, principalmente às margens do rio Tiete que atravessa a cidade de São Paulo, eram clubes de remo, esporte muito popular na época. Depois com a poluição do rios e a popularização do futebol, os clubes abandonaram os remos.
Não existia metrô, nem trânsito. As vezes a garotada jogava futebol no meio da rua, já que carro só passava mesmo, nas avenidas onde havia algum movimento. Automóvel era coisa rara, e os modelos eram em geral americanos, carros vindos para o Brasil no pós guerra. Eram os Fords, chevroles, buiks, Nashs, verdadeiros dinossauros, mas eram maravilhosos.
Com o tempo vieram os fuscas, dekaves, sincas chanbord e etc, menos maravilhosos é verdade, mas fabricados no Brasil, orgulho da nossa industria que já fabricava até automóveis. Vejam só o Brasil a quantas já andava em matéria de progresso.
A medida que o país crescia, as leis iam mudando e aquela sensação de liberdade que as pessoas tinham foi se perdendo. Pouco a pouca a população ia sendo mais e mais controlada, de maneira pouco perceptível, mas com o controle sempre avançando. O crescimento econômico era notável com a vinda em massa da industria americana para o Brasil, as cidades cresciam desordenadamente e acreditava-se que tudo fazia parte do progresso e que as coisas eram assim mesmo, que um dia tudo se ajeitaria.
Com o tempo o Estado foi criando lei para tudo, até para as coisas mais banais e absurdas, mas não importava, desde que a batuta do estado desse o tom. Leis ambíguas, valendo para um caso e não para outro, dando ao julgador o o arbítrio da interpretação segundo sua vontade e entendimento, deixando o espirito da lei em segundo plano, de modo que quem tem meios para arguir o espirito dessa lei dúbia, com seus advogados, levava vantagem imensa sobre aquele que não tinha os meios de contratar um bom advogado.
Foi nas regras de transito que essa politica de ditadura do Estado sobre o cidadão, ficou mais evidente, onde um simples cinto de segurança que deveria ser de uso livre e opcional, virou obrigatório, acarretando multa com pena administrativa. Enquanto isso os ônibus que circulam em péssimo estado de conservação e sem manutenção ficam desobrigados do uso dos cintos. Dúbio, não acha?
O capacete dos usuários de motocicleta também tem uma historia de obrigatoriedade e pena administrativa. A nossa percepção de liberdade, de cidadão, nos diz que uso de capacete deveria ser livre e opcional, como o é em outros países.
Nada foi mais ridículo por parte do Estado, que aquele estojo de primeiro socorros, muito do Paraguai, que tentaram também criar a obrigatoriedade para os veículos, e enfiar goela abaixo do cidadão como o cinto e o capacete, mas não eu certo e recuaram. Isso ainda vai voltar, acreditem.
Isso tudo parece besteira, mas vai colocando e habituando o cidadão a ficar sob o jugo do estado. Quando um novo item para o domínio populacional é mais difícil de implantar, eles colocam a televisão como instrumento de convencimento. Quem não se lembra da famigerada campanha do desarmamento, onde até as pesquisas foram manipuladas, na tentativa de convencer a população a entregar as armas. Por quê? Se a segurança publica já era um caos total. Todo mundo sabia, por experiências semelhantes em outros países, que isso não iria funcionar na diminuição da criminalidade, mas mesmo assim fizeram. Por quê? Só para melhor controlar o cidadão, isto é, você, pode acreditar. Será que um dia a situação estará tão ruim que será necessário o controle total da população? Acreditem, eles não dão ponto sem nó. Você já notou como existem câmeras espalhadas pelas cidades e estradas, sem falar nos radares que fotografam o seu carro? E você acredita que é para sua segurança, como eles dizem? Não meu caro, isso é para o controlar você.
As pessoas já não se falam e nem se olham, vivem correndo, é cada um por si. A televisão ocupou o lugar de dos nossos parentes e amigos. Somos hipnotizados pela telinha, recebendo mensagens subliminares o tempo todo, somos condicionados a não reagir, a não pensar, a não conferir, a não questionar. Por quê? Qual seria o interesse do estado em ter um povo zumbi. Seria para não protestar dos impostos absurdos?;ou seria para não reclamar dos péssimos serviços que recebemos de saúde, educação, transporte, segurança e outros itens, como os péssimos salários da população ou a corrupção endêmica nos poderes públicos, e por ai vai uma lista sem fim. Você notaram que os caras pintadas, que provocaram o impeachment do então presidente Collor, sumiram? Foram moídos pelos meios de comunicação, principal instrumento do Estado na estandardização da mente do cidadão?
Não é só a TV que mói as mentes para o controle do estado, a educação é outro instrumento muito bem vigiado e preparado para o domínio. Não é sem razão que a educação é sempre apontada como de má qualidade e isso é absolutamente providencial na manipulação das mentes. No Brasil até o inicio dos anos 60, filosofia, português (com latim) e historia eram matérias comuns nos bancos escolares e depois por interferência direta do governo do Tio Sam, foram minimizadas ou simplesmente abolidas das grades escolares. Por quê?
È simples, essas matérias formam a base para uma cabeça pensante, dá a capacidade ao cidadão de entender nas entre linhas dos acontecimentos, de criticar e argumentar com segurança. Essas matérias formavam o verdadeiro cidadão livre, diferentemente dos dos dias de hoje onde as escolas formam cabeças de gado, que vivem nos piquetes e currais mentais, pastoreados pela televisão e pela religião, que é o outro braço alienador do Estado.
O Estado tem facilitado o acesso dessas religiões ou ceitas aos canais de televisão, não só como clientes, mas como proprietárias de redes poderosas, e é claro não por acaso. È simples troca de favores, uma bela simbiose, para quem ainda se lembra das aulas de biologia.
Se cuida Brother. É isso mesmo, não somos mais cidadãos, viramos protagonistas do Big Brother do livro 1984, que alias foi escrito em 1948. O escritor George Orwell, não foi bem entendido na época, com seu livro. Só mais recentemente percebeu-se que esse não era apenas um livro sobre politica, opressão e invasão de privacidade, era também o retrato do mundo que estamos vivendo hoje, aqui e agora, como no resto do mundo.
Já estamos vivendo uma ditadura internacional, por enquanto disfarçada de democracia, como a historia do lobo na pele do cordeiro. Essa ditadura já tem nome: Nova Ordem Mundial.
Assinar:
Postagens (Atom)
Seguidores
Quem é o Patinho Branco?
- Patinho Branco
- Itanhaém, SP, Brazil
- Formado em Administração, pescador de pesqueiro, palmeirense de quatro costados. Adoro os anos 70: tenho uma Caloi 10( são três na verdade), um fuca bala além de uma maquina fotografica Pentax Assay 35mm, só para curtir essa década maravilhosa. Cultivo uma pequena horta de temperos no quintal. Temos Manjericão do comum e do roxo, Alecrim, Hortelã, Salsinha, Cebolinha, orégano, Pimenta dedo de moça, malagueta e de cheiro. Gosto de estar com a familia, churrasquear e cozinhar, pedalar e bater papo com os amigos. Caminhar na praia é atividade obrigatória de todos os dias, quando o tempo ajuda.



