Patinho Branco

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Disco Voador em Sorocaba. Foi Show!

Foto do famoso Trem da Morte que percorria alguns países da América do Sul,  incluindo o Brasil, mas já não circula mais, ou se circula é apenas parcialmente ou localmente. Muita gente avistou Discos Voadores dessa composição, que passava pela região do pantanal, que além de suas belezas naturais, também é conhecida por avistamentos de Óvinis.
Esta foto é aleatoria, da minha coleção de quando viajei para a Bolívia e não tem nada com o texto abaixo,  que se passou anos mais tarde, depois desta viagem de trem.
Para saber dessa viagem pelo Trem da Morte pesquise neste blog pelo texto: O Trem da Morte.








Disco Voador em Sorocaba. Foi Show! Só as TV’s não viram, na verdade fingiram.

Foi em 1978, não me lembro exatamente da data, mas era uma dessas noites frias de Setembro, uma quarta feira antes de um feriado.Tudo começou uns dias antes.
Eu estava no carro ouvindo musica, em uma daquelas estações FM com transmissores de poderosos de 100 w, uma novidade nos anos setenta.
Como de praxe antes da inauguração de uma emissora havia a fase de testes, ou seja, tocavam musica o dia todo, sem intervalo comercial. Um achado no dial. Tocava musica de qualidade o dia inteiro e vez por outra entrava um locutor para as mensagens da radio, falando, da fase de testes, antes da inauguração, da potencia de transmissão e etc. Faziam questão de dizer que estavam na Av. Paulista, isso dava certa credibilidade para quem ouvia, afinal não era qualquer radio que podia pagar uma sede na avenida mais famosa da cidade de São Paulo.
Era uma segunda feira e eu descansava distraidamente, no carro, depois do almoço. Ouvia a tal radio com sua programação rotineira, tocando musica como sempre e só raramente interrompia a rotina. De repente o locutor entra no ar todo apressado e com ares de Jornal Nacional, chamando a reportagem externa para falar diretamente da cidade de Sorocaba, onde um Disco Voador havia pousado sobre a cobertura de um supermercado logo depois desaparecido em alta velocidade. Achei de um sensacionalismo muito barato, esse modo de chamar a atenção para a radio, mas estavam no caminho certo, já que o assunto era chamar a atenção. Como sempre, fica o dito pelo não dito, e tudo se acaba em pizza. Desliguei o radio, pois já havia dado minha hora.

No dia seguinte, a mesma historia! Entra no ar um repórter falando diretamente de Sorocaba, informando que nas fazendas da região, bois e cavalos estavam aparecendo mortos no pasto, com partes de seus órgãos retirados com cortes muito precisos e finos, como se tivessem sido feitos por bisturi. O repórter dizia que isso já vinha ocorrendo na região há vários dias e que as autoridades locais não tinham explicação para os fatos. Comecei a achar que já estavam exagerando um pouco, chamar a atenção para a rádio era uma coisa, fazer sensacionalismo era algo perigoso, principalmente para quem estava ainda fazendo testes nos equipamentos. Teve até entrevista com testemunha, um Policial Rodoviário! A coisa estava ficando quente.  

Passei boa parte do dia, intrigado com a história do Disco Voador. Seria verdade?
As reportagens estavam ficando pesadas demais para uma simples brincadeira. Noticias como: as autoridades locais não sabiam explicar; o Disco estava aparecendo agora próximo de um posto rodoviário; um guarda rodoviário deu depoimento ao repórter. Um assunto tabu desses, detalhado, com nome e endereço, no radio, ao vivo; e em plena ditadura militar? Ai tem truta ou alguém está louco para ser preso, aliás, naquela época ia-se preso por bem menos.

Fiquei mais intrigado ainda, no dia seguinte, quarta feira, véspera de feriado, quando a radio não tocou mais no assunto Disco Voador, era como se nunca tivesse falado coisa alguma.
Não agüentei a curiosidade e tomei a decisão de ir para Sorocaba naquela noite mesmo, nem que fosse para pagar um mico.
Levei cobertor, garrafa térmica com café, biscoito, sanduíche, lanterna e por mais irônico que pareça, não levei maquina fotográfica. Calma eu explico, naquele tempo não era comum como hoje ter uma maquina fotográfica ou uma filmadora, além disso, eu nunca poderia imaginar que aconteceria, o que de fato, aconteceu. De qualquer forma testemunhas idôneas não faltaram; levei meu pai, minha mãe, meu irmão e minha então, namorada.
Era uma noite fria, já passava das 22 horas, quando chegamos à cidade. O primeiro mico que paguei foi logo na chegada. Sabe como é, tarde das horas bate o sino das virgens e povo desaparece. Cada vez que eu achava alguém naquela cidade deserta e perguntava sobre o tal posto da policia rodoviária, ou supermercado, onde estava aparecendo um Disco Voador, era de dar risada da cara de interrogação e espanto que as pessoas faziam. Por fim, depois de muito rodar, encontrei alguém que desse alguma informação sobre a localização do Posto Rodoviário.

Eu achava que era o único a ouvir aquela radio em fase de testes, mas pelo jeito, a audiência era grande. Centenas de carros estavam ali no acostamento da estrada, estacionados na mais completa escuridão, há não ser por um ou outro farol acesso. Toca-fitas no ultimo volume, gente pra lá, gente pra cá, parecia até acampamento de estudante, com direito a fogueira e tudo mais. Foi difícil achar um lugarzinho para estacionar no meio daquela confusão.
Fui me aproximando devagar com o carro, ainda meio confuso com a escuridão e tanta gente, procurando uma vaga para o meu carro, que por fim consegui.

Fiquei animado, afinal de contas nem havíamos bem chegado e já estávamos vendo carros de reportagem de várias emissoras de TV, militares cheios de divisas, motociclistas entrando na mata, percorrendo as trilhas. Era gente que não acabava mais.

A noite já não era tão escura, a lua e o Céu estrelado ajudavam a iluminar  e devagar nós íamos nos habituando a aquela pouca luz. Com os faróis dos carros e com as fogueiras, até dava para enxergar o local. Por fim ficamos de vigília, apesar da festa  que comia solto naquela beira de estrada, no meio do nada.
Já passava da meia noite e nada de estranho acontecia, a não ser com o pessoal das motos, já que sempre que entravam no mato, pouco depois voltavam e voltavam empurrando as motos. Aqueles motociclistas conseguiam entrar na mata pelas trilhas existentes, mas chegando num determinado ponto, do nada, o motor parava de funcionar, o farol apagava e a bateria descarregava.
Quase duas da manhã e nada acontecia, a festa tinha acabado, o povo tinha cansado e os motociclistas ou estavam consertando as motos ou tinham ido embora. Apesar do pouco movimento, a grande maioria das pessoas ainda estavam firmes na observação dos morros. Como a esperança é sempre a ultima que morre, de repente apareceram!
Duas luzes muito fortes amareladas surgiram por trás de um dos morros. A gritaria foi geral, um correndo pra lá outro para cá, e ninguém tinha pra onde ir.
Inicialmente se viu um piscar de luzes no morro, algo semelhante ao piscar de um farol alto de carro,  mas ao mesmo tempo ocorreu um fenômeno estranho com os toca-fitas, ou seja, com o piscar daquela luz no morro, todos os carros ejetaram suas fitas num só tempo, o que serviu para assustar mais ainda. Aos poucos o povo foi se acalmando e se deslumbrando com aquela luz, que num piscar de olhos cresceu em de brilho e tamanho, e ao mesmo tempo em que subiram ao Céu, de repente, ficaram paradas um pouco acima do morro. A distancia não era grande, talvez a uns quatrocentos metros, ou menos ainda.
As luzes ficaram ali imóveis por alguns momentos e depois começaram a se movimentar. Ao mesmo tempo em que uma descia e se escondia atrás do morro enquanto mudava sua cor de prateado para dourado, a outra subia aos céus de modo lento, mas continuo, mantendo sua cor prateada e não parou mais de subir, até se confundiu com as estrelas.
A luz que desapareceu por trás do morro, retornou amarela como antes, porém com uma intensidade de luz ofuscante, que de inicio não se distinguia nada, apenas uma luz dourada muito forte. Esse momento foi muito critico já ninguém esperava uma proximidade tão grande. A luz fazia malabarismos em movimentos rápidos, subia, descia, ia para lá pra cá, enfim dava um show de circo. Vi muita gente dando trombada , caindo e gritando.
A coisa por alguns instantes ficou sem controle, foi uma visão apavorante, dada a proximidade, mas aos poucos as pessoas se acalmaram. Daí para frente foi só curtir o espetáculo, chegaram mesmo ao ponto de aplaudir o OVNI a cada vez que ele fazia uma manobra.

A impressão que eu tinha é de que o óvni interagia com o "publico", e quanto mais aplausos, mais manobras fazia. Durante o show o Óvni ainda era uma bola de luz muito forte, e nada denunciava se havia alguma coisa por trás dessa luz, mas o objeto de repente parou no ar e começou a diminuir e aumentar a intensidade da luz de maneira mais ou menos lenta de modo que ficou fácil visualizar o objeto que estava por traz da luz.
Era aquela velha descrição,  como se fosse um prato  colocado sobre o outro, unido pelas bordas da boca onde se distinguiam perfeitamente detalhes como janelas e porta. Na parte superior havia como se fosse uma cúpula de vidro, onde se distinguia dois seres, observando e acenando para o povo lá em baixo. Ainda ficou ali por alguns instantes acendendo e apagando e depois voltou em direção aos morros e desapareceu.

Voltando de Sorocaba ainda de madrugada, com o céu sem nuvens, via-se perfeitamente aquele primeiro objeto que ficou prateado. Mesmo chegando próximo a São Paulo, enquanto não tinha nuvens e poluição nos céus, era possível vê-lo, como se fosse uma simples estrela.

Estávamos tontos, era difícil assimilar o ocorrido, e o  pior era que, ninguém em juízo perfeito iria acreditar numa historia dessas. A coisa era tão incrível que tínhamos que ficar de boca fechada. Retornamos de Sorocaba calados e calados fomos dormir.
Passei aquela quinta feira dormindo, era como se estivesse de ressaca, por um momento pensei que tivesse sonhado com Discos Voadores, cheguei a ir até a garagem para ver se achava a garrafa térmica e os cobertores no carro. A experiência havia sido tão chocante, que procurávamos algo que dissesse que aquilo não era verdade, que era só um sonho, mas as provas estavam no carro; uma garrafa térmica e os cobertores.
 Fique grudado na televisão, liguei o radio, comprei jornal e nada, nem uma noticia de roda-pé, absolutamente nada. Mas não é possível, falava comigo mesmo, eu vi carros de reportagem da televisão, estavam do meu lado filmando tudo, policia, exercito, aeronáutica, e sei lá mais o que. Pelo menos uma noticia para dizer que aquilo foi um balão, Vênus, ou qualquer coisa. Mas nada. A essas alturas eu já achava que a coisa nunca existiu e tudo foi um sonho, tamanho é o choque do inexplicável, por isso eu queria tanto ver uma noticia.
Mas havia na época tinha um telejornal que era infalível, da maior confiança, Jornal Nacional da Rede Globo, que começava pontualmente às 19 horas. Eu fiquei lá, firme e forte, vendo o noticiário, nem no banheiro eu ia durante os intervalos.
O noticiário já ia terminando quando o locutor já encerrando  fez aquela cara de pouco caso e  gozação, dizendo laconicamente:  milhares de pessoas se dirigiram para a cidade de Sorocaba, para ver o Disco Voador, que segundo noticias anda aparecendo por lá. Todos voltaram decepcionados, pois nada aconteceu. Boa noite!
Aquilo foi como um Boa Noite Cinderela, mas ao contrário. A afirmação mentirosa do noticiário me mostrou e também aos que estavam comigo, a farsa das informações que para uma melhor compreensão necessitam por parte do ouvinte de um entendimento adicional ou de uma visão mais aguçada, sobre os interesses subjacentes que movem esses órgãos de informação, seja um jornal, uma TV, na própria rede, onde a contra informação é pratica de Estado que cria ou patrocina sites, aparentemente inocentes.Nós só sabemos aquilo que cada Estado permite em seu país.
Para noticias confiáveis no seu país, leia ou assista o noticiário de outro país, de preferência do inimigo.Mas saiba ainda que muitas noticias proibidas no seu país, poderão também estar proibidas em outros países, mesmo se for um país inimigo, Ovnis é uma dessas noticias.

 Mais textos sobre Discos Voadores:

  Para mais textos sobre Discos Voadores veja o texto: O Criador de Homens, ou digite ovni na linha de pesquisa.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

The continuing story of Bungalow Bill (Lennon/McCartney)

Hey Bungalow Bill
What did you kill
Bungalow Bill

He went out tiger hunting with his elephant an gun
In case of accidents he always took is mom
He's the all american bullet headed saxon mother's son
All the children sing

hey Bungalow Bill
What did you kill
Bungalow Bill

Deep in the jungle where thr mighty tiger lies
Bill and his elephants were taken by surprise
So Capitain Marvel zapped him right between the eyes
All the children sing

Hey bungalow Bill
What did you kill




Ei Bungalow Bill
O que você matou
Bungalow Bill

Ele foi caçar tigre com seu elefante e sua arma
No caso de acidentes ele sempre leva sua mãe
Ele e todos os americanos-saxões obstinados e estúpidos filhos da mãe
Todas as crianças cantam

Ei Bungalow Bill
O que você matou
Bungalow Bill

Nas profundezas da selva onde o poderoso tigre reside
Bill e seus elefantes foram pegos de surpresa
Então o Capitão Marvel lhe acertou bem no meio dos olhos
Todas as crianças cantam

Ei Bungalow Bill
O que você matou
Bungalow Bill

As crianças perguntam se matar não é pecado
"Não, quando ele aparenta ser tão feroz..., Sua mãezinha interrompe
Se feições pudessem matar teria sido nós e não ele
Todas as crianças cantam

Ei Bungalow Bill
O que você matou
Bungalow Bill



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O Criador de Homens

Foto de uma Bromélia, judiada pelo inverno, mas mesmo assim não deixou de florir. Ao fundo vemos um muro coberto de Unha de Gato.















O Criador de Homens.

O primeiro Deus da Região Mesopotâmica foi o Senhor (Criador e Rei) do povo Sumério, povo, que até o momento, estima-se ser a primeira civilização humana que se tem noticia. Essa é a conclusão de alguns cientistas, que com os estudos baseados na arqueologia, acreditam que essa civilização seja a chave para o entendimento de nosso passado de pelo menos 250.000 atrás, retrocedendo ainda até a própria formação do nosso Sistema Solar.

Já tivemos oportunidade de falar, sobre de como a humanidade, diante do infortúnio, perdia com facilidade as informações de seu passado. Sodoma e Gomorra são exemplos de destruições divinas, relatadas na bíblia, cuja explicação ainda é objeto de especulação, por parte do mundo cientifico.

Os povos que vieram depois, já nem se lembravam mais que ali houve uma tragédia, e possivelmente construíram outra cidade sobre a velha, com outro deus tribal e seguiram suas vidas.

Assim o homem caminhou na busca do conhecimento, e a cada período de progresso, nessa busca sem fim, uma nova onda de tribulações punha tudo a perder. Depois de muito caminhar sem rumo e recomeçar novamente, levava séculos, para enfim reconquistar as técnicas e os conhecimentos perdidos. Nossa historia é basicamente de um planeta em constante e sistemática destruição.

Mas o ser humano é predestinado e teimoso, pois para cada recomeço, a partida era sempre dada com um passo adiante. Uma nova cidade ressurgia ainda mais vigorosa, e um novo deus tribal ainda mais poderoso. Essa idéia do recomeçar, sempre esteve presente no inconsciente dos povos, certa sensação de que algo se perdeu no passado, como se o conhecimento adquirido tivesse seu DNA próprio, e ficasse guardado no inconsciente coletivo dos povos.

Não havia cidade nova que não trouxesse em suas edificações esse “DNA”, não havia um deus novo que não trouxesse os sinais da personalidade do deus anterior, ou do deus primeiro, cuja historia a muito estava perdida.

Vimos como Jeová, recebeu influencias de divindades anteriores a ele, mas com certeza tanto o deus Ball, como El, também receberam influencias de outras divindades mais antigas ainda, e assim por diante, até chegarmos a um passado distante onde vamos encontrar o primeiro deus da nossa historia. Seria impossível alinhavar esse passado, se não fosse essa teimosa determinação de nossos antepassados, que ao criar a escrita, deixaram uma enorme fonte de conhecimentos gravados em pedras, tábuas de barro, couro e etc., que paulatinamente vão sendo descobertos pela ciência. Uma das mais recentes e importantes descobertas foi de uma biblioteca com 60 mil pequenas tábuas, que por serem de barro escaparam, de certa forma, da destruição. Essas tábuas contam a historia fantástica de um povo muito antigo que viveu numa região onde hoje chamamos de Iraque.

Através de uma escrita cuneiforme, cravados no barro ainda mole, com pequenos estiletes de bambu, os Sumérios, deixaram um tesouro perdido e só desenterrado milhares de anos depois.

Foi o primeiro povo realmente civilizado a ocupar a Mesopotâmia, possuíam cidades de tijolos, tinham informações sobre o nosso sistema solar tão impressionantes, que só no século XX, foram descobertas pelos nossos cientistas. Não se sabia exatamente de onde vieram os conhecimentos dos Sumérios, mas à medida que seus textos eram traduzidos mais bizarra ficava a historia.

Contam os textos, nas pequenas tábuas de barro, que depois de uma serie de mudanças violentas no nosso sistema solar, uma raça guerreira de seres vindos do céu, resolveram iniciar em nosso planeta, um processo de colonização. Interessados no ouro existente aqui e em condições favoráveis de mineração baixaram suas naves e se instalaram na região do Iraque.

Seu comandante, um ser chamado ENKI, (senhor da terra), engenheiro e comandante da missão, desceu sua nave na região do mediterrâneo, onde estabeleceu a primeira base de exploração de ouro.

Com o passar dos anos, a atividade de extração foi se ampliando, dando origem a necessidade de mais mão de obra, chegando assim uma nova nave para suprir essa demanda. Seu comandante chamava-se ENLIL (senhor do comando), meio irmão de ENKI. Passados centenas anos de garimpo, vieram as dificuldades com o esgotamento das minas e nova leva de seres chegou desta vez comandados por uma cientista, medica e geneticista, chamada NINTI (senhora da vida). O numero de ANUNNAKIS (aqueles do céu que vieram á terra) envolvidos nos trabalhos de mineração já era de quase mil.

Tinham bases por todos os continentes, ENLIL, cuidava da região da Mesopotâmia, ENKI, o primeiro que aqui chegou, deslocado de seu posto, comandava agora a contra gosto a base de ABSU, a segunda instalação alienígena, localizada na África do Sul, onde ainda havia muito ouro.

Com o passar do tempo, os trabalhos no garimpo estavam cada vez mais difíceis, especialmente na África, e com a dificuldade de se trazer uma nova leva de ANUNNAKIS, NINTI e ENKI, resolveram criar uma criatura capaz de executar esse trabalho de mineração.

Havia uma espécie de primata, que vagava pelas planícies próximas da base de ABSU, que se desenvolvera naturalmente na Terra, apresentando algumas características interessantes para o trabalho, porém ainda estavam em um estagio mental muito atrasado para desenvolver tarefas e cumprir ordens, apresentando apenas um lampejo de inteligência.

NINTI e ENKI, especialistas em genética, puseram-se logo ao trabalho. Fazendo experiências com óvulos dos primatas e esperma de ANUNNAKIS. Só depois de muito tempo e muitas tentativas se conseguiu finalmente produzir em laboratório a primeira geração de seres híbridos, meio terráqueo, meio extraterrestre. Por esses seres serem híbridos, não se procriavam, de modo que os genes perfeitos, escolhidos para as experiências, não seriam comprometidos por falta de controle, garantindo assim a continuidade das características necessárias, para o desenvolvimento desse novo ser, visando o trabalho nas minas. A primeira geração adulta de homens foi assim escravizada, apresentando um bom trabalho nas minas africanas, e mais homens estavam sendo criados no laboratório da base de ABSU.

ENLIL, baseado no Golfo Pérsico, que acompanhava as experiências com interesse, resolveu levar alguns desses homens para a principal base, sob seu comando em ERIDU, no Golfo Pérsico. Essa passagem do texto Sumério é relembrada pela bíblia em Gênesis:



JEOVÁ (ENLIL) tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden, para cultivar e guardar.



Esse homem criado em laboratório, com seus genes escolhidos e trabalhados, tinha uma vida em torno de mil anos, como as próprias escrituras nos revelam; Matusalém, Enoc e Noé, que são exemplos de descendentes diretos de antes do dilúvio. Essa longevidade veio dos genes dos Anunnakis, que viviam por mais de trinta mil anos, tempo incompreensível para nós. Mas o tempo novamente se passou, e novas gerações de homo sapiens foram feitas, com novas técnicas, sempre moldando e aperfeiçoando o homem para o trabalho escravo nas minas.

Deuses também erram e se descuidaram de alguma coisa, pois nas ultimas gerações criadas, surgiu um novo individuo, diferente Essa diferença foi notada por NINTI E ENKI tarde demais. O homem passou a ter a propriedade de se procriar. Foi um erro de laboratório, um descuido genético.

Agora a espécie humana herdaria para sempre esse gene defeituoso, já sem controle e se espalhando pela população. Esse novo ser humano, ganhou a auto reprodução, descobriu a árvore da vida, mas com o passar das gerações perdeu em longevidade. Este defeito genético do homem foi chamado de Pecado Original: um gene defeituoso; um acidente de laboratório.

Esse é um resumo muito simplificado dos textos que esse povo deixou como legado da humanidade, a verdade bíblica está interpretada à luz dos conhecimentos tecnológicos que temos hoje, que nos permite alinhavar e costurar nosso passado, decifrando o oculto, ou aquilo que se perdeu com o tempo, devido à destruição do conhecimento. Esse é o resgate do nosso passado e das nossas inquietações.

Tudo isso ficou ainda mais assombroso, quando nos cientistas depararam com textos sumérios, contados no velho testamento, o que leva a crer que o povo hebreu escreveu o Gênesis, baseado na historia desse povo.

No esforço humano de recuperar o passado, os israelitas, com o que conseguiram no juntar de informações esparsas, nos trouxeram o Gênesis bíblico, porém incompleto e distorcido, já que devem ter lido em muitas fontes diferentes e fragmentadas, pois os sumérios simplesmente desapareceram da historia humana, reaparecendo somente agora, com a recente descoberta das tábuas de barro. Muitas historias bíblicas estão representadas na cultura Suméria, sendo um fato notório, esse, de que os hebreus são os herdeiros desse povo desaparecido.

Existem fatos presentes na cultura desse antigo povo, que viveu onde hoje é a cidade de Bagdá, que comprovam essa proximidade, como as historias de Sargão e Ziusudra, conhecidas e adaptadas pelos hebreus, muito mais tarde, como as historias de Moisés e Noé, respectivamente.

As tábuas Sumérias desvelaram o manto obscuro desse passado ainda recente e conturbado da nossa historia.

A tenacidade do homem nunca deu tréguas, nessa busca do conhecimento dos mistérios do mundo. Muitas coisas ainda serão desenterradas e reveladas. Homens como Newton, Darwin, Da Vinci e Galileu, são os exemplos mais belos, dessa busca louca pela verdade e pelo conhecimento.

Nunca a raça humana esteve tão bem preparada, para os novos cataclismos que se avizinham e que são cíclicos, tão alardeados pelos visionários da desgraça, pelos anunciadores do fim do mundo, apontando os sinais, como as mudanças climáticas, o super aquecimento, derretimento da calota polar, tsunamis gigantescos, chuva de meteoros, terremotos e vulcões, o arrebatamento bíblico e a chegada do planeta HERCÓBULUS, que é justamente o planeta dos ANUNNAKIS, de ENKI, e ENLIL. ENLIL, também conhecido no velho testamento, como JEOVÁ, que se é Deus para os judeus e cristãos, era para os sumérios, apenas um criador de homens ; o senhor de escravos; comandante da missão estelar, gente que do Céu, veio para a Terra a procura de ouro.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Lasanha de Berinjela, para ocasiões como esta.




O sonho do Michel era ser arquiteto e se formar no Makenzie.
O tempo passou e o sonho foi realizado. Parabéns Michel!
Estamos todos orgulhosos.








  


Ingredientes:


2 berinjelas medias em fatias finas
2 molho de tomates
300 g de presunto (ou peito de peru, ou frios da sua preferência)
300 g de mozarela
3 tomate em fatias finas
2 cebolas em fatias finas
orégano a gosto
salsinha e cebolinha a gosto
pimenta do reino a gosto
sal a gosto
50 g de queijo ralado




Modo de preparar:

Corte as berinjelas em fatias finas e deixe por 20 minutos em uma vasilha com água e 1 colher de sopa de sal.
Passado esse tempo escorra e lave para tirar o sal. Em uma travessa ou de alumínio ou marinex, adicione no fundo uma camada de molho de tomates, acrescente uma camada de berinjela e por cima coloque uma camada de cebolas em rodelas.
Sempre que colocar uma camada de berinjela, espalhe por cima um pouco de sal, orégano e pimenta do reino. Coloque agora uma camada de presunto e por cima outra camada de molho de tomates.
Faça agora uma camada de tomates e cubra com as fatias de mozarela, coloque outra camada de berinjela em fatias e assim por diante.
Cubra com papel alumínio e leve ao forno quente por 50 minutos. Retire do forno e acrescente por fim, na travessa, uma camada de mozarela. Salpique por cima o queijo ralado, salsinha, cebolinha e o orégano.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

O Café

Fotografia: Reforma do carro velho  no quintal.

Esse ai é um Renault/Willys Interlagos Coupe 64, reformado para parecer uma Ferrari Dino. Teve motor, cambio e suspensão reformados. Tudo original "Gordini".



A Willys fabricava em São Bernardo do Campo sob licença da Renault. Esse carrinho esportivo foi o primeiro carro com carroceria de fibra de vidro fabricado em série  no Brasil. Bom de pista, deu muitos títulos ao corredores brasileiros especialmente na Argentina.


O Café

A historia do café no Brasil, não sei se está mais para uma novela, tipo Ribeirão do Tempo, ou  para um filme tipo James Bond. Uma coisa é certa: tem muita coisa estranha.

O protagonista dessa historia foi um certo Francisco de Melo Palheta , que a serviço da coroa portuguesa e do governador do Grão Pará, fazia serviços de espionagem, no mais glorioso estilo de filmes do gênero, tendo sido talvez um dos precursores dos agentes secretos tão famosos durante a guerra fria.

Não foram poucas as missões de Palheta,  que na sua vida relativamente longa,  a coroa portuguesa o incumbiu,  que alias, sempre levou a cabo com muita perícia e ousadia.

Ainda moço, com 21 anos, fez parte de uma missão encarregada de levar de volta a terras espanholas, um certo padre jesuíta chamado Samuel Fritz , que andava la pelas capitanias do norte do Brasil espionando, provavelmente para a coroa espanhola.

A detenção do padre loiolista seria um erro diante do poder da igreja na época, sendo que D. Pedro II, rei de Portugal optou por sua deportação. Isso significava viajar de Belém a Quito, pelo Amazonas, e colocar o padre em terras espanholas. Missão trabalhosa, de difícil execução, pois não seriam poucos os perigos nessas paragens desconhecidas.

Palheta capitaneou a missão acompanhado de um médico, um alferes, sete soldados e de trinta e cinco índios, que durante meses remariam até a cabeceira do rio.

Pouco se sabe sobre o que animava esses homens durante os difíceis dias de viagem, ate o destino da missão, mas com certeza o sonho de encontrar ouro pelo caminho e voltar para Portugal  rico, nunca saiu da cabeça de nenhum português, mesmo nascido no Brasil, caso de Francisco Palheta. Isso se chamava fazer a América.

Das missões conhecidas de Palheta, ou que acabaram vindo a publico, está uma incursão pelo Rio Madeira para espionar as minas espanholas do Peru, cuja noticia de sua existência já faziam ferver as cortes europeias. Qualquer boato sobre ouro na América, as coroas europeias ficavam endoidecidas. Era o sonho do Eldorado, a cidade de ouro, escondida no meio da selva.

Apesar de ser a América espanhola e portuguesa, a França nunca respeitou esse direito luso-espanhol  e atacou essas terras até por fim nascer a Guiana Francesa , que depois de muito custo para a coroa portuguesa, reconheceram (os franceses), os limites de fronteira com o Brasil.

Palheta gora com seus cinquenta e sete anos, recebeu uma nova missão do governador do Estado do Maranhão; investigar se os franceses, lá na Guiana, estavam respeitando o tratado de fronteiras.
Viajou Palheta para  Caiena, com ordens precisas para serem seguidas, mas ao que parece a missão mesmo era de entrar na cidade e permanecer ali por algum tempo, para algum outro propósito escuso.

Palheta levava uma carta ao governador  da Guiana Claude d'Orvilliers. A presença de Palheta e da carta em Caiena era justamente em agradecimento à presença de representantes franceses no reconhecimento do marco português de fronteira. Pare4ce que era apenas um ardil para justificar um representante da coroa portuguesa em terras francesas, cujos conflitos todos conhecemos.

Palheta foi recebido pelo governador d'Orvilliers e o que falaram ou combinaram não se sabe. Palheta deve ter ficado em Caiena por algum tempo, pois comenta-se que teria seduzido a mulher do governador e que esta teria ficado apaixonada e dado ao seu amante (de cinquenta e sete anos),  sementes e mudas de café, como prova de seu amor eterno. Pelo jeito o Governador foi subornado naquela conversa, e o resto é resto é só conversa fiada.

O certo é que Palheta voltou para o Brasil com mudas e sementes de café com as quais se iniciou uma cultura vigorosa em nossas terras, o que nos deu uma força econômica impressionante. Inicialmente cultivado no Pará , o sul seria o reduto definitivo do café.

Fez um longo caminho até achar clima adequado em São Paulo. Passou pela Bahia, Rio de Janeiro, Minas, Espírito Santo e finalmente São Paulo, que com terras férteis, clima propicio e a mão de obra dos imigrantes italianos, proporcionou um progresso econômico nunca visto.
Foi a custa do sargento mor Francisco de Melo Palheta, um português nascido no Brasil, que encontramos o Eldorado Negro, trazido de terras francesas.

Talvez seja por isso que o café no Brasil não é apenas uma bebida saborosa, mas é antes de tudo a identidade de um povo, assim como o samba, o futebol e a feijoada.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Está Tudo Certo. Igg!




Fotografia:  Na quarta feira, depois do carnaval, vem uma maravilhosa sensação de que enfim tudo se acabou.  Os turistas foram embora, as praias estão limpas, os preços nas lojas voltaram ao normal, enfim tudo certo com d'antes na terra de Abrantes
Praia do Suarão - Itanhaém - SP

Está Tudo Cer..........

Do futuro nada sabemos, quanto ao presente, num piscar de olhos, já vira passado. Dessa forma, a única coisa que  podemos ter certeza é do passado.

Quem no passado projetou o futuro, terá um belo presente e belas lembranças do passado, mas quem também, viveu um belo presente, sem pensar no futuro, terá ainda boas memorias do passado, quando o futuro chegar.
Agora, que viveu um passado  ruim, só terá um bom futuro, se tiver muita sorte no presente.

É a vida !

Se você quer dar um futuro ao seu filho, cuide bem de seu passado, pois quando esse futuro chegar,  ele terá um belo presente, para ter boas recordações do passado.

Tudo passa, e ninguém sabe do amanhã.

Meio século da minha vida se passou, tão rápido como as águas de  março. Do meu futuro nada sei, pois já perdi o seu controle, e ele navega como um barco louco, mas sei do meu presente. Ele é mais do que eu planejei.
Até quando?  Esse é meu medo! Não posso piscar e perder presente para o passado, assim me socorro no passado, para fazer o caminho inverso, transformando o passado em  presente, desprezando o futuro, que afinal a Deus pertence.

- Tá louco! Alguém ai! Chega de servir cerveja sem gelo, que tá dando problema! Igg....

-Que texto mais atrapalhado. Também achou? Então clica no video e relaxe com um pouco de Beatles.



















Money (Bradford/Gordy)





The best things in life are free
But you can keep them for the birds and bees
Now give me money
That's what I want
That's what I want, yeah
That's what I want

You're lovin' gives me a thrill
But you're lovin' don't pay my bills
Now give me money
That's what I want
That's what I want, yeah
That's what I want

Money don't get everything it's true
What it don't get, I can't use
Now give me money
That's what I want
That's what I want, yeah
That's what I want, wah

Money don't get everything it's true
What it don't get, I can't use
Now give me money
That's what I want
That's what I want, yeah
That's what I want



As melhores coisas em vida são de graça
Mas você pode mantê-las para os pássaros e abelhas
Agora me dê dinheiro
Isso é o que eu quero
Isso é o que eu quero, yeah,
Isso é o que eu quero
Seu amor me dá uma excitação
Mas seu amor não paga minhas contas
Agora me dê dinheiro
Isso é o que eu quero
Isso é o que eu quero, yeah,
Isso é o que eu quero
Dinheiro não consegue tudo, isso é verdade
O que não consegue, eu não posso usar
Agora me dê dinheiro
Isso é o que eu quero
Isso é o que eu quero, yeah,
Isso é o que eu quero, wah,
Dinheiro não consegue tudo, isso é verdade
O que não consegue, eu não posso usar
Agora me dê dinheiro
Isso é o que eu quero
Isso é o que eu quero, yeah,
Isso é o que eu quero
Bem agora me dê dinheiro
Ow, dinheiro,
Won, yeah, eu quero ser livre
Oh eu quero dinheiro
Isso é o que eu quero
Isso é o que eu quero, bem,
Agora me dê dinheiro
Ow, dinheiro,
Wow, yeah, você precisa de dinheiro
agora, me dê dinheiro
Isso é o que eu quero, yeah
Isso é o que eu quero, yeah

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Semiramis inventou o Natal, a confissão e a reencarnação.



As religiões se parecem com as ondas do mar :  o tempo passa e elas se repetem.











Semiramis inventou.........e todo mundo copiou.

Após o dilúvio, Noé tomou uma bebedeira e tirou a roupa ficando completamente nu. Cam, ao ver aquela cena do pai bêbado e nu, começou a gargalhar, fazendo zombarias e chamou seus irmãos para também assistirem à cena.

Sem e Jafé ao verem o pai nu, não zombaram e trataram de cobri-lo dando-lhe proteção, pois estava bêbado, portanto indefeso. Noé então para castigar Cam, lançou uma maldição sobre ele: disse que ele e suas gerações seriam escravos de Sem e Jafé coabitaria com Sem.

E assim sem apoio do Pai e sem piedade de Deus, Cam saiu errando pelo mundo e teve filhos. Um desses filhos se chamava Cuche que se casou com Semíramis, mulher ardilosa de temperamento difícil e tenebroso.

Dessa união nasce um menino a quem chamaram de Ninrod, que significa os que se rebelaram. Ninrod realmente era um rebelde aos olhos de Jeová, e ele foi uma espécie de ditador ao seu tempo, nada do que Deus pedia ele fazia, e se pudesse fazia do contrario. Foi um Hitler, um Busch ou um Pinnochet daquela época. Foi muito poderoso e criou diversas cidades e dentre elas a mais famosa foi Babilônia. A Torre de Babel nasceu nesse período, e ele foi o primeiro líder a se proclamar deus, o Senhor do Mundo e causou sofrimento e tristeza na face da terra. Desde a criação do mundo não houve outro como Ninrod, caçador de homens e feras e pecador diante de Deus.

Tomou sua própria mãe, Semíramis, por esposa tornando-a assim uma deusa como ele, na sua mente doentia. Ninrod se dizia o deus sol, enquanto sua mãe e esposa se comparava a própria lua.

Ninrod teve seu fim como todo aquele que tenta dominar o mundo. Foi morto.

Seu tio avô ,Sem, despedaçou o seu corpo. Mas deus que é deus não morre e Semíramis logo inventou uma historia, dizendo que Ninrod não morreu, apenas foi para o seu lugar no céu, o sol, já que ele era o deus sol. Era só olhar para o sol e constatar que lá estava Ninrod. Tempos depois da morte de Ninrod, a deusa e sacerdotisa Semiramis ficou gravida e tratou logo de arranjar uma explicação.

Semíramis, dizia estar grávida de deus, e que a criança que ia nascer seria Ninrod reencarnado aqui na terra. Conhecida também como a Rainha do Céu, deu a luz a seu filho Tamuz, o menino deus, em um dia 25 de Dezembro, dando origem assim a crença da reencarnação (Tamuz seria a reencarnação de Ninrod aqui na Terra).

Conta a historia, que o menino deus Tamuz estava na mata caçando, quando por algum motivo morreu, e morreu sobre um tronco podre de árvore que estava no chão. Semíramis sua mãe, para encobrir a morte do filho, já que deus não morre, espalhou a noticia que Tamuz subiu para o céu, voltando para o seu lugar que era o sol, já que ele era o próprio deus Ninrod, o deus sol e que naquele local onde havia o tronco no chão, nasceu um Pinheiro, sendo esse Pinheiro a própria referencia do renascimento do menino deus.

Assim, depois disso, no dia 25 de Dezembro, era comum que as pessoas levassem para casa, pequenos Pinheiros que enfeitavam e depois trocavam presentes entre si, para comemorar o renascimento de Tamuz, que subiu aos céus.

Semíramis, juntamente com suas sacerdotisas, também criou o ato da confissão, colocando de um lado de uma balança os pecados e do outro as virtudes, dando origem ao símbolo da justiça que, a Rainha do Céu, ou Mãe de Deus, de olhos vendados segura uma balança. A crença do céu e do inferno também é uma criação de Semíramis, assim como a morte na cruz.

Da crença e das idéias dessa mulher é que surgiram todas as crenças ou conceitos religiosos de nossos dias atuais. Encontramos esses conceitos e praticas na Pérsia, Grécia, no Egito e em Roma; todos cultuando Semíramis, Ninrod e Tamuz, porém,com o nome desses deuses trocados. Para os egípcios era Ísis, Osíris e Horus, para os gregos Ninrod era Zeus e assim por diante, até os nossos dias onde existe uma correlação entre Maria mãe de Deus e Jesus, filho de Deus, sendo Jesus a personificação do próprio Deus, conforme acontecia com a crença em Tamuz.

A historia de Semíramis, Ninrod e Tamuz são bíblicas, além de pesquisadas e comprovadas nas fontes históricas.Nenhum deles foi deus, apenas simples humanos tentando oprimir seus semelhantes, apenas pessoas buscando o poder, ou e, viver a custa do próximo, dos incautos, dos cordeiros, dos inocentes.

É muito importante dizer que Jesus foi uma pessoa real, assim como Tamuz. Se Jesus é filho de Deus ou não, não vamos discutir aqui, mas também e preciso dizer que não foi Jesus quem teorizou ou deu forma à religião cristã, pelo contrario Jesus foi o maior critico de sua própria religião, o judaísmo. Quem deu forma à religião cristã foi outra pessoa que veio depois Dele. Foi Saulo ou Paulo, apostolo instruído em filosofia e grande conhecedor das religiões e conhecedor da historia de Semíramis, além de ter servido aos propósitos romanos, sabe-se lá até quando.

Sabe-se também que Roma necessitava de uma unificação religiosa, para fins políticos, que somente muito mais tarde se consolidou, culminando na conversão ao cristianismo do proprio Imperador Constantino, em seu leito de morte.

Curioso? Tem muito mais historias que nem pastor, nem padre e muito menos a madre superiora, contam.

Leia também neste blog :   O Sol a Chave das Religiões.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O Passado Distante, Sempre Presente.

Restaurante do Hotel Gaeta na praia de Meaipe no Espirito Santo. Lagosta é bom demais.













O passado distante ........


Quando olhamos as grandes aglomerações humanas do passado, a coisa mais importante nessas cidades era o templo, muitas vezes maior que o próprio palácio. Quanto mais recuamos no tempo, mais importante torna-se o templo. O começo da civilização e o aparecimento do templo andam juntos na nossa historia e não há um sem o outro.

À medida que o homem deixou de ser nômade e se fixou na terra, com certeza ganhou mais segurança, a alimentar principalmente, mas tornou-se um entrave para os grupos ainda nômades. Com as atividades presas nas obrigações com a terra e a criação, esse homem se tornou mais sedentário e pacifico, passou a organizar seus dias, tendo atividades regulares, que dependiam da época do ano, para o semeio. Era preciso conhecer com exatidão a época das cheias, da aurora do por do sol. O homem ia descobrindo que precisava de conhecimento.

O templo era a casa do conhecimento e do deus tribal, divina sombra do velho ancestral que antes de morrer, organizava e liderava a tribo e era alvo da admiração de todos. Falavam de suas façanhas e sua valentia. Da fama foi ao mito. O mito cresceu e o velho homem virou virou deus.

Em sendo um deus haveria, de se ter também um sacerdote para cuidar se suas coisas aqui na terra, já que evidentemente, todo deus que se preza mora no céu, isto é: em lugar ignorado.

O sacerdote tinha como função, não só manter viva a chama do mito do deus tribal, como também, manter no templo, a sabedoria e o conhecimento, pois só ali estavam guardados os escritos sagrados.

O templo era o calendário da comunidade, que com suas festas marcava os dias do ano, o inicio do inverno, das chuvas, da colheita e etc.

Alguns Deuses, como Marduk da Babilônia e Baal dos Fenícios e tantos outros eram os mesmos super heróis dos desenhos animados, que conhecemos hoje na televisão, que com outros nomes divertem nossas crianças nos programas infantis.

Os povos sedentários, assim que criavam um deus, logo lhe davam uma esposa. Já no caso de povos nômades, devido à dureza da vida que levavam com o alimento sempre curto, deus ficava solteiro mesmo.

De qualquer forma, nada mais natural que um deus ter sua casa, uma ou mais esposas, amantes, filhos deuses, além de outros filhos semideuses. Evidentemente que sendo assim, será também providencial, o abastecimento dessa enorme família de deuses. Daí entram as oferendas diversas, porcentagem da colheita, parte da criação de animais e etc., sempre em gratidão à cura de uma doença, à boa colheita do ano e para garantir bons tempos para o futuro.

Alguém tem que guardar e administrar essas oferendas para deus, já que ele mora no céu. Com astúcia e um clima de mistério, além de certa reclusão para manter a distancia os curiosos, os nossos velhos sacerdotes administram tão bem esses recursos, que até parece mágica, com tudo desaparecendo sem deixar vestígios.

O povo crédulo e na simplicidade da vida, pastoreando ovelhas e cultivando o campo, exaltava e temiam a deus, cuja aprovação das oferendas, dava prosperidade, e cuja desaprovação trazia desgraças e infortúnios. Claro que pequenos presentes extras e algumas oferendas a mais, era possível torná-lo mais calmo e propicio aos pedidos.

Era preciso sempre venerá-lo, pois deus tinha tal poder e conhecimento que não podia jamais ser desrespeitado, nem mesmo em pensamento, pois ele tudo via, tudo sabia.
Para os sacerdotes a compreensão das coisas estava em outro nível. Eles detinham o conhecimento e sabiam do que o povo precisava.

Da ignorância.




domingo, 9 de janeiro de 2011

Roupa Típica de Paulista ou de Gaúcho?


o vaso merecia o verniz envelhecedor



Acabamos de ganhar esse comigo-ninguém-pode, que já foi replantado em um vaso maior. Vai ficar ai mesmo nesse local que mostra a foto.












Roupa Típica......


A cidade de São Paulo, era um vilarejo com uns poucos milhares de habitantes. Era como uma rotatória ou entroncamento de vários caminhos, que percorriam todo o Brasil permitindo aos paulistas se integrarem com o país de norte a sul, graças aos índios, que conheciam e viajavam por essas "estradas indígenas", desde tempos imemoriais.

Em pleno século XVIII, o idioma tupi era a língua mais falada nas ruas da cidade. O  idioma português, também era falado e dividia com a língua indígena a preferência dos paulistas.

 A culinária e o costume de dormir em redes, também foram herdados dos índios, de modo que até o inicio do século XIX ainda se dormia dessa forma, quando a cama começou a fazer parte do mobiliário, colocando de lado a chamada "Rede de Carijó ". A casas paulistas eram basicamente,  ocas indígenas melhor adaptadas. Das grande cidades coloniais brasileiras, sem duvida ,essa era a mais indígena.

Por essa  época os paulistas foram retrados por pintores, que trazidos da Europa pela Corte,  pintavam  os costumes e as diversas facetas do cotidiano, na cidade.

Era comum por esses tempos, e assim foi retratado,  o uso de uma roupa composta  de chapéu de aba larga, cinza, preso por cordéis. Casaco e calças escuras, de algodão, além de botas de cano folgado, de couro, na cor preta. Essa roupa era comum para homens e mulheres. No caso dos homens ainda se usava na bota ou na cintura, uma faca bem afiada, que servia para a defesa e para as refeições.

Esse traje era muito comum, principalmente nos comboios de tropas de mula, que partiam da cidade, com destino principalmente ao sul. Quando fazia frio ou quando chovia, usavam esses tropeiros paulistas, um folgado ponche azul para se proteger. Viajavam assim vestidos, com suas mulas e eram conhecidos por "paulistas". Nome que foi emprestado ao traje típico que usavam.

Com o declínio desse tipo de atividade e o desaparecimento dos tropeiros, o traje caiu em desuso pelos paulistas, mas continuou de alguma forma a ser usado no Rio Grande do Sul, ficando conhecido nos dias de hoje como traje típico gaúcho.

 Mas é paulista - só foi emprestado.






sábado, 8 de janeiro de 2011

Vozes do Passado.



 Praia cheia : é Ano Novo

 Todo ano é assim, a praia enche de turistas, morre um monte de gente afogada, o pronto socorro fica cheio de bêbedos acidentados.

A delegacia fica cheia de gente fazendo Boletim de Ocorrência : assalto, roubo e etc.


Depois a vida continua como se nada tivesse acontecido. Todo ano é assim!




 Vozes do Passado. 

Tudo depende da interpretação que interessa dar. Pode ser para o bem ou o mal ou nem para um, nem para o outro.

Tudo está escrito por metáforas, ou pela metade, ou mais ainda veladamente, de forma que só quem sabe da historia completa consegue entender o significado das palavras.

A Bíblia é um exemplo clássico, dada a dificuldade no seu total e correto entendimento. Muitas vezes, nem mesmo os estudiosos mais reconhecidos no assunto, chegam a mesma conclusão.

Mas uma coisa é certa, tudo nesse mundo se movimenta. Mesmo o assunto mais velado entre todos os assuntos, o segredo do segredo, aquele que fala do passado primitivo, da criação do mundo e dos homens, um dia deixara de ser segredo. Esse tempo chegou.

Todo esse mistério foi desvendado, com as descoberta de uma biblioteca com uma escrita, na época indecifrável e que acabou ficando esquecida em algum deposito de museu. Não tardou e conseguiram decifrar aqueles estranhos códigos. Foi como o acender de um holofote no passado obscurecido, e tudo veio para o presente, claro como o dia, até nos detalhes.

As pequenas tábuas de barro revelaram de uma só vez, tudo aquilo que sempre foi o segredo, mantido as sete chaves, pelas religiões ou pelas organizações secretas.
Segredo que mais recentemente foi guardado pelas próprias Forças Armadas, de diversos países, conforme acordo assinado, tudo sob o comando dos Estados Unidos, que viu nesse segredo a chance de obter novas tecnologias, principalmente para uso em viagens espaciais da Nasa.

A revelação desses escritos vieram aos poucos, com a compreensão do caráter do povo que o escreveu, os Sumérios. Aqueles sinais gravados no barro, narravam além de tantas outras coisas, a historia do nascimento da própria humanidade, o Adão da Gênesis, e vai para o mais remoto passado, contando a historia do surgimento do nosso Sistema Solar, explicando em detalhes, o aparecimento do planeta terra.

As evidencias de que os relatos sumérios são verídicos e fieis aos acontecimentos, aumentam a cada dia, quer com comparações com outros achados arqueológicos, quer com novos descobrimentos da ciência, principalmente nas descobertas ligadas à astronomia, que chegam pelas sondas lançadas ao espaço.

A própria ciência deve estar abismada com os conhecimentos que esse povo detinha, principalmente sobre a astronomia. Conhecimentos impossíveis para 6000 anos atrás. Impossível sim, mas com explicação:os conhecimentos vieram de fora, de terceiros.

Contam as tábuas sumérias, e aqui vai um pequeno resumo, que há 400 mil anos, época em que o homem nem existia, viajantes chegaram do espaço e começaram uma verdadeira Epopeia Espacial no nosso planeta, em busca de ouro. Aterrizaram no Oriente Médio entre os Rios Eufrates e Tigre e ali montaram sua primeira base de operações, que batizaram com o nome de Éden. Dispunham de poucos homens e mesmo assim se detiveram em retirar ouro das águas do Golfo.

A empreitada no mar não deu certo e tiveram que trabalhar pesado nas minas em terra firme.
Trabalho extenuante, para homens treinados para serem astronautas. Os problemas não demoraram e os astronautas (Eloin ou anjo), cansados, se rebelaram com tanto trabalho pesado.

O Comandante, para resolver o problema, lançou a ideia de se criar um trabalhador para substituir seus comandados nesse trabalho pesado.

Pelos Campos da África havia um animal muito parecido com eles próprios, porém  muito pouco inteligente para compreender ordens, mas que com uma evolução genética, seria possível, criar um trabalhador obediente e capaz.. Para isso usariam genes seus misturados aos desse então, Homo erectus, que já apresentava uma chama rudimentar de inteligência no olhar.

- Façamos o homem da terra de acordo com a nossa imagem e semelhança, disseram eles.

E assim foi feito na Base de Comando do Éden. Tentativas e erros não faltaram, nasceram as quimeras, tão comuns no nosso folclore, monstros de todo tipo, até o sucesso final da experiência. Nasceu o primeiro Adão e a primeira Eva, de uma série.

Contam ainda que o nosso planeta surgiu de uma colisão planetária, e a Terra juntamente com a Lua foi o que restou da catástrofe, além dos cacos que formaram os Anéis de Saturno, coisa que a ciência de nossos dias não descarta e há até teses a respeito.

Enfim esse povo não tinha como saber de tantos detalhes há milhares de anos atrás, coisas incríveis, que só agora com a ajuda de muita tecnologia, a ciência começa a tomar conhecimento.

Todo esse conhecimento sumério, que dia a dia, a ciência vem comprovando, tem criado um grande alvoroço, tanto nos meios científicos, como nos meios religiosos. A importância dessa biblioteca de barro, desenterrada e traduzida é sem duvida o maior tesouro que a humanidade poderia encontrar, pois nela está contida toda a nossa historia, desde os tempos mais remotos
.
Enfim, como era de se esperar que um dia acontecesse, tudo está desvelado para sempre. É só tomar conhecimento!



segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Da Nau dos Infernos ao Programa de TV.


Dartanham  esperando por um biscoito! Nem pisca.
Ele vai acabar ganhando o biscoito.
Crer é poder, até ele sabe.






Da Nau dos Infernos.....


Abunda, ultimamente na televisão, uma variedade enorme de denominações religiosas, todas cristãs, prometendo aos que tem fé, muita prosperidade material com a utilização de imagens de carro esporte, mansão em Miami, jatinho particular e tudo o mais de uma boa  propaganda, necessária para uma  boa venda.

 Claro, para que o Deus cristão providencie toda essa dinheirama é primeiramente necessário, que se mande um  dinheiro para a Igreja em questão, observando-se sempre que o milagre será do tamanho do donativo, tudo segundo a consciência do doador, já que nem a igreja, nem o sacerdote, se responsabilizam pela realização do tal milagre.
O Deus cristão deu uma missão a seus sacerdotes, segundo eles mesmos, de distribuírem chaves de casas e carros para seus fiéis, que Deus proverá a casa ou o carro correspondente a essa chave. A mensagem de Deus veio em um sonho e tudo está respaldado na Bíblia: livro tal e versículo tal.

Alguns fiéis chegam a dar seu carro para a igreja a espera de milagre. Daí compra um carro novo, entra num financiamento de 60 meses, sem entrada, com juros altíssimos e ainda vai dar o testemunho da graça que recebeu do Senhor. Entrou foi, num tremendo 171.

Esses programas religiosos, se baseiam na mesma técnica dos programas policiais, que primeiro mostram muita desgraça e depois as possíveis soluções onde traçando um paralelo, vamos ver  desemprego, alcoolismo e miséria em um ; no outro assaltos assassinatos e estupros, com a policia resolvendo esse ou aquele caso, enquanto nos programas evangélicos Deus se encarrega dos milagres. Tudo técnica para ganhar audiência e convencimento de que a policia num caso e Deus no outro são eficientes.
A policia prende, Deus faz milagres e assim todo mundo sai ganhando. O Estado agradece a forcinha, a Igreja continua sua obra, e o fiel enganado, se sente amparado na sua desgraça, já que quando morrer terá os Céus a seus pés.

Deus deve estar de saco cheio, pois não é possível que ele peça tantos sacrifícios aos seus seguidores, enquanto que para outros que nem ouviu falar no nome Dele, Ele tudo dá. Falo dos nossos velhos e conhecidos índios, que séculos atrás,  dominaram o nosso velho continente Sul Americano, que sem conhecer o cristianismo, viviam  em perfeita harmonia com a natureza, sem guerras com seus irmãos e sem conhecer o pecado original, andando nus , dentro de uma sociedade perfeita.

A eles, Deus nunca permitiu que faltasse comida ou água, de forma que sempre viveram em abundancia e tiveram de tudo que precisavam.

Nunca ouviram falar em Pai, Filho ou Espírito Santo ou Virgem Maria e sempre estiveram em comunhão com Deus. Nas suas aldeias não haviam homossexuais, nem tarados, nem ladrões. Suas crianças não apanhavam dos pais e não sofriam nas mãos de pedófilos, nem precisavam estudar ou/e trabalhar para viver.

Os índios eram tão agraciados pelo Deus Único e Verdadeiro, que em suas vidas, jamais faltou sequer alimentos. O Senhor os provia com fartura de frutas, peixes, caça, rios, praias, clima ameno e florestas luxuriantes. Por certo, os índios, eram muito amados pelo Criador, pois Ele não permitia sequer que esses nativos, conhecessem ou soubessem o que é o deserto, a fome, a sede, a crucificação, a destruição de cidades e a escravidão, diferentemente dos seus seguidores, que ganharam um deserto para viver e comiam o pão que o diabo amassou e ainda tinham que correr dos leões em Roma.

Nossos índios só conheceram mesmo a desgraça, ou o inferno, quando por aqui chegaram os cristãos com seus navios, com a cruz em suas velas.
Essas naus traziam a cobiça pelo ouro, madeira, peles e tudo que podia significar prosperidade econômica e poder, tal e qual os ditos programas religiosos da TV que só falam em dinheiro. Essas naus trouxeram também outro legado cristão: gripe, sarampo, rubéola, sífilis e gonorréia e etc.

Esses navegantes tinham também ordens de tranformar  nossos índios, em verdadeiros cristãos. E os índios foram cristianizados para se salvarem do inferno e perderam o paraíso. Tornaram-se doentes, alcoólatras, ladrões, assassinos, homossexuais, tarados e pedófilos e tudo o mais que um cristão pode ser. Por fim os índios foram escravizados e dizimados, mas é claro, em nome de Deus

Os cristãos construíram assim, no nosso continente, o inferno de Dant, justamente onde havia o paraíso, e expulsaram desse paraíso o próprio Deus, que amava e provia o povo nativo, sem cobrar dízimos, taxas de mantenedor ou colaborações extraordinárias, ou qualquer dinheirinho, seja lá  para o que for
.   
Deus realmente amava nossos índios, dava de tudo e não pedia nada. Já para os Cristãos, cobra muito caro!

Deve ser bronca pessoal, pois eles continuam os mesmos, sem os navios é verdade, mas com programas de televisão, o que talvez seja pior.


    
                

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Tunel do Tempo



fotos tiradas no camping de Ilha Bela, litoral norte do estado de São Paulo, Brasil. 

 Nesse tempo faziamos a viagem Bertioga/Ilha Bela, parte pela praia e parte pelos costões da serra,  em estradas de terra. Era adrenalina pura.

 

If you want to be a bird wild blue yonder

Holy Modal Rounders

Não se falava em "Nova Ordem Mundial"e a  "Ordem Geral" era : Pé na Estrada,  Liberdade, Paz e Amor.

                                                                                   


If you want to be a bird
Why don't you try a little flying
There's no denying
It gets you high
Why be shackled to your feet
When you've got wings
You haven't used yet
Don't wait for heaven
Get out and fly
Just glide there
Through the clear air
Making figure eights
Through the pearly gates
Where the soul and the universe meet
If you want to be a bird
It won't take much
To get you up there
But when you come down
Land on your feet
Off we go into the wild blue yonder
Flying high into the sun
Off they roar, zooming to meet our thunder
'Attaboy, give 'em the gun
Down we dive, spouting out flames from under
Off with one helluva roar
We live in fame, go down in flames
But nothing can stop the Army Air Corps

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Em Materia de Religião, Nada se Cria, Tudo é Copiado Descaradamente.


Depois de um transito infernal em São Paulo, nada como um dia de pescaria para esfriar a cabeça. Por aqui não tem transito a não ser em Janeiro e fevereiro. Um inferno! Mas a coisa também fica infernal, também, nos feriados, em que se abrem as portas das cadeias, . È quando o paraiso se tranforma em inferno, mas no resto dos dias, é só paz. Bom para pescar até na beira do mar. 

Em Materia de Religião......

Veja  o jeitinho e a falsidade que existe nas religiões nessa matéria ( do Estadão.com), postada em Dezembro de 2010.
Parece que a matéria deixa bem claro que, quem inventou o Marketing não foi a industria ou o comercio para vender mais, mas sim, os nossos velhos e conhecidos sacerdotes, que já no passado, se especializaram em enganar e tomar o dinheiro do  crédulo cidadão, que temia a noite, a eclipse ou um simples trovão, sendo induzido a acreditar que tudo era coisa do Diabo.
Como essa velha ladainha já não andava arrecadando bem,  eles estão prometendo  a riqueza financeira e a felicidade material. Iates, carrões e mansões são muito fáceis de se conseguir, segundo eles, desde que você encha-lhes os bolsos, proporcionalmente, é claro, ao que você quer de Deus. Para grandes pedidos, muito dinheiro.

Tudo isso tem uma desculpa : trata-se de uma missão que Deus revelou (a eles) em um sonho, isto é, ter muitos programas de televisão, conhecidos como chamaris de almas ou melhor dizendo chamaris de dinheiro, de dimdim. Televisão custa e custa muito, dai então, em nome do Senhor, é só  passar de Óleo de Peroba na cara e sair pedindo dinheiro, numa boa. Quanto mais almas mais grana. O negocio é moleza,  uma mão na roda, ou mamão com açúcar, ou mamar numa teta bem gorda.

Provavelmente se você entrar nesse conto do sacerdote, achando que vai ficar rico, ou mesmo remediado, você vai sair de mãos vazias e com muita raiva.. A coisa é tão bem feita que não adianta reclamar no Procon por propaganda enganosa,  que os espertalhões vão alegar que a culpa é toda sua, que não teve fé suficiente.


Taí uma boa explicação para o próprio governo dar para a pobreza.  Já não é mais a falta de oportunidades, ou baixos salários,  ou politicas educacionais ou de transporte ou de saúde ou de segurança, enfim, a pobreza de um povo saiu da esfera politica e passou para a esfera religiosa. Toda desgraça de um país resume-se agora, na falta de fé, e toda culpa fica nas costas do próprio povo. 

Então se você não tem uma Ferrari ou uma Mercedes, um Iate, uma mansão, ou está desempregado, ou mora em barraco, ou é analfabeto, ou não tem Plano de Assistência Medica, vá reclamar com Deus e se você der bastante dinheiro para as " Obras do Senhor", você não só ira para o céu quando morrer, como ficará rico aqui na terra enquanto for vivo. Será mesmo?

Dai a César os impostos, dai a Igreja o dizimo abençoado(alem de outras como manutenção, compra de livros, CDs e Shows Gospel (do filho do sacerdote), seja sócio de Deus, cartão de credito, canal de TV etc)  e depois quando a morte chegar pode ir até  para o inferno, ou para o Céu, tanto faz, mas que fique bem longe, já que morto não paga nada e tem que desocupar o lugar para outro contribuinte tomar o lugar.  

Para se ganhar uma alma nova (entenda-se dinheiro novo) vale tudo, até mesmo aderir à aquilo que se combate, como o paganismo, religião popular em época remota, que apesar de combatida a ferro e fogo, foi pouco a pouco copiada em quase tudo. Nem a árvore de natal escapou dos copiões religiosos, conforme explica o texto abaixo:



O símbolo pagão do Natal cristão


Uma enorme árvore de Natal foi erguida no início do mês no coração da Praça de São Pedro, no Vaticano. Mede 34 metros de altura e, como decoração, recebeu 3 mil bolas douradas e prateadas, 1.500 lâmpadas brancas e amarelas, faixas e fitas, além de uma estrela na ponta com luz intermitente. Tem 94 anos de idade, pesa cinco toneladas e, na verdade, é um pinheiro do gênero abier, conhecido por abeto ou abete, originário da Europa e da América do Norte, cultivado no Sudeste e Sul do Brasil para a fabricação do papel. Ficará o mês inteiro ali, sob as vistas do papa Bento XVI, que pode observá-la da janela do seu apartamento. Será desmontada depois do Dia de Reis, 6 de janeiro.

A Igreja Católica foi a última das religiões cristãs a aceitar a árvore como símbolo do Natal. Sua incorporação provocou discussões. Mas a demora tem motivo claro. Às vésperas do solstício de inverno ? quando o Sol atinge a maior distância angular em relação ao plano que passa pela linha do Equador ? os pagãos instalados no nordeste da Europa, sobretudo nos atuais territórios da Lituânia, Letônia e Estônia, iam aos bosques para cortar pinheiros e levá-los inteiros para casa. Enfeitavam-nos com guirlandas, ovos pintados e doces, mais ou menos como fazemos agora. A seguir, festejavam as colheitas do ano, com as quais enfrentariam os duros meses do frio, e adoravam seus deuses. A celebração ocorria em torno dos dias 22 e 23 de dezembro, período do solstício.

A Igreja Católica tentou acabar com essa cerimônia mágica, sem êxito inicial. Então, o papa Júlio I (337?352) teve uma ideia brilhante. Como era impossível fixar a data do nascimento de Jesus, pois nenhum dos 27 livros do Novo Testamento se refere ao fato, ordenou aos cristãos do século 4º que festejassem o Natal a 25 de dezembro. Tomou a decisão amparado em pistas fornecidas pelos textos sagrados, fazendo a celebração cristã ocupar o lugar da festa pagã.

Só a tradição da árvore resistiu, circunscrita aos territórios situados acima do Reno e mais tarde os cristãos capitularam a ela. Foi a população de Riga, capital da Letônia, que montou o primeiro pinheiro para o Natal, em 1510. Dali a tradição alcançou a Alemanha. Segundo Franco Busti e Laura Rapelli, no livro Festeggiamo il Natale (Edizioni Gribaudonatalinas". Na Inglaterra, a novidade chegou no século 17, quando o duque alemão Ernesto Augusto casou com Sofia, neta do rei Jaime II. Um dos filhos do casal subiu ao trono britânico com o nome de Jorge I e iniciou a casa real de Hannover, da qual fez parte a rainha Vitória, entusiasta da árvore de Natal.


Na convicção pagã, a árvore representava a vida por se enraizar no chão e projetar-se verticalmente. Faria uma ligação simbólica entre a terra e o céu. Hoje, segundo ressaltam os autores de Festeggiamo il Natale, as cores da decoração natalina têm para os católicos profundos significados. "O vermelho simboliza o amor, a paixão, mas também o sacrifício de Cristo", lembram. "O azul evoca o céu e o espírito, além de ser a cor do manto de Maria." O branco lembra a neve do inverno do Natal no Hemisfério Norte, assim como a pureza. O ouro, um dos presentes oferecidos pelos Reis Magos, traduz a sacralidade. O prata se refere à transformação do mundo e do homem pela fé cristã. Já o marrom do tronco evoca a madeira da cruz de Jesus, enquanto o verde representa a esperança de salvação. Na Polônia, um dos primeiros países católicos a adotar a árvore de Natal, a tradição ingressou por influência da Alemanha. Coincidentemente, o primeiro pinheiro na Praça de São Pedro foi mandado instalar em 1982 por João Paulo II, o papa polonês.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Cupim de Panela.

Essa árvore foi podada e a casinha do João de Barro foi destruída.
Não levou quatro dias e a casinha estava refeita. Macho e fêmea se revezavam na construção entre o apanhar do barro nos jardins próximos e o erguer as paredes.
Uma obra perfeita! A porta está voltada para o Sul, para aproveitar os vento mais fresco no verão, que sempre sopra dessa direção.










Cupim De Panela.

Ingredientes:

1 kg de cupim (maturado)
2 dentes de alho

1 pimentão
1 cebola em rodelas
alho e sal
pimenta do reino
1 colher de sopa de óleo
1 colher de sopa de azeite

Modo de preparar:


Tempere a carne com o alho e sal, cominho e pimenta do reino.
Em uma panela (pressão),
frite o alho e reserve. Frite depois a carne no mesmo oléo até
ambos os lados ficarem selados ou dourados. Acrescente o alho frito e meio copo de agua
e cozinhe por meia hora. Fatie a carne e leve de volta ao fogo, acrescentando o pimentão e a cebola
Cozinhe até a carne amaciar, secando um pouco do caldo. Mexa para não queimar o fundo.
Experimente o sal. Sirva 

                                     
O  João de Barro, também, não teve duvidas e foi para o poste mais próximo e construiu
outra casinha em cima do reator. 
A casa no inverno fica bem quentinha. Engenhosamente a porta, está voltada para o
Norte, evitando os ventos frios do Sul. Será que os animais já estão se adaptando às mudanças climaticas e
mudando de casa conforme a estação do ano?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Berinjela a Calabresa

Nada como uma vista da praia, em um quiosque, tomando uma cerveja, comendo uma porção de batata frita ou de calabresa acebolada, claro que com muita conversa fiada. Lá no fundo da foto que a teleobjetiva foi buscar, está a perigosa barra de Itanhaém-SP, onde muito barco já afundou.












Berinjela á Calabresa



Essa berinjela é uma delicia, aliás não tem receita de berinjela que fique devendo alguma coisa. Sempre é bom.

Ingredientes:

01 cebola picada
2 ovos cozidos
iscas de queijo fresco
3 dentes de alho
1/2 linguiça calabresa cortada em iscas
2 berinjelas medias
sal e pimenta do reino


Modo de preparar:

Corte as berinjelas ao meio, no sentido  do comprimento sem descasca-las. Passe sal no lado cortado e deixe descansar por 10 minutos.
Em uma panela grande o suficiente, com um pouco de agua coloque as berinjelas (lavadas sem o sal) com a casca virada par baixo, e ferva a agua aquecendo as berinjelas por 3 ou 4 minutos, para amolecer um pouco.
Escorra as berinjelas e tire a polpa com o auxilio de uma colher, tomando o cuidado de não danificar a casca.
Reserve a casca e pique a polpa.
Doure a cebola, a calabresa picada e o alho no óleo, depois junte a polpa picada tempere com sal e pimenta do reino. Refogue por uns 10 minutos.
Coloque as cascas de berinjela em uma forma e recheie-as com o refogado. Asse por uns 40 minutos. Por fim, depois de pronta, ainda quente, coloque os ovos cozidos fatiados e as iscas de queijo, enfeitando. Sirva quente.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Repolho refogado.



Essa bike já passeou muito. Por duas vezes ela fez Itanhaém a Iguape numa pedalada só. Ela ainda está otima de pedalar, apesar dos quase 15 anos e sem reforma. Só precisa mesmo de uma pintura nova.  



Repolho Refogado


Prato muito simples e muito gostoso, mas não é prato para gregos e troianos.
Não espere unanimidade, pois o repolho é muito discriminado, mas só tem fama.



Ingredientes:

1/2 repolho lavado e picado em tiras pequenas
2 tomates picados sem sementes
1 cebola picada (grande)
2 cabeças de alho picados
sal e pimenta do reino


Modo de preparar

Refogue a cebola no alho, e depois acrescente o tomate. quando tudo estiver refogado acrescente o sal e o repolho aos poucos. Deixe cozinhar por alguns minutos em fogo baixo, mexendo de vez em quando. O grande segredo está na pimenta do reino, que deve ser moída e espalhada sobre a panela, e está pronto. Acompanha bem carnes e até no churrasco faz sucesso.

Seguidores

Quem é o Patinho Branco?

Minha foto
Itanhaém, SP, Brazil
Formado em Administração, pescador de pesqueiro, palmeirense de quatro costados. Adoro os anos 70: tenho uma Caloi 10( são três na verdade), um fuca bala além de uma maquina fotografica Pentax Assay 35mm, só para curtir essa década maravilhosa. Cultivo uma pequena horta de temperos no quintal. Temos Manjericão do comum e do roxo, Alecrim, Hortelã, Salsinha, Cebolinha, orégano, Pimenta dedo de moça, malagueta e de cheiro. Gosto de estar com a familia, churrasquear e cozinhar, pedalar e bater papo com os amigos. Caminhar na praia é atividade obrigatória de todos os dias, quando o tempo ajuda.